sexta-feira, 6 de março de 2026

Estrogonofe de Cogumelos

 

Que tal transformar o Estrogonofe, esse prato clássico e adorado, com uma variação surpreendente, super deliciosa e saudável?

Cogumelos como o shitake, shimeji, Paris e champignon, são verdadeiros tesouros nutricionais, que podem elevar o sabor e os benefícios do seu estrogonofe - e substituir a carne!

Veja alguns dos benefícios dos cogumelos que podem fazer parte do seu estrogonofe:

🍄 SHITAKE: rico em vitaminas B, D e minerais como selênio. Fortalece o sistema imunológico e contribui para a saúde da pele.

🍄 SHIMEJI: baixo em calorias e rico em fibras, é ótimo para a digestão. Também fornece antioxidantes que auxiliam na proteção celular.

🍄 PARIS e CHAMPIGNON: fontes de proteína vegetal e vitaminas do complexo B. Contribuem para a saúde dos ossos e músculos.

Substituir a carne pelos cogumelos reduz o teor de gordura e calorias da receita, sendo uma opção mais leve, rica em fibras e nutrientes essenciais, sem comprometer o sabor.

ESTROGONOFE (VEGETARIANO) DE COGUMELOS:

INGREDIENTES:

- 200g de cogumelos (a sua escolha)

- 1 cebola picada

- 2 dentes de alho picados

- 200g de creme de leite desnatado

- 4 colheres de sopa de ketchup

- 1 colher de sopa de mostarda amarela

- 1/4 colher de chá páprica doce defumada

- Sal e pimenta a gosto

MODO DE PREPARO:

Refoge a cebola e o alho com um fio de azeite extravirgem. Adicione os cogumelos de sua preferência, também picados, após terem sido higienizados. Deixe cozinhando por cerca de 10 minutos.

Adicione o ketchup, a mostarda, sal e pimenta. Por último, incorpore o creme de leite e retire do fogo antes de ferver. É só servir!

Se você gosta de estrogonofe, eu garanto que você vai amar essa receita. Há quem diga que fica até mais gostoso que o estrogonofe tradicional!

Marque aqui nos comentários a pessoa que vai experimentar esse Estrogonofe delicioso com você! Faça na sua casa e me conta o que vocês acharam, tá? 🍽️💚

#Nutrição #Cogumelos #EstrogonofeVegetariano #AlimentaçãoSaudável #Saúde

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

terça-feira, 3 de março de 2026

Colágeno em Declínio

 

O colágeno é a proteína mais abundante do organismo humano e exerce um papel fundamental na manutenção da estrutura e integridade de diversos tecidos e órgãos. Muito além de sua conhecida contribuição para a elasticidade da pele e a saúde das articulações, evidências científicas recentes indicam outros benefícios.

 

Aliado terapêutico

O colágeno pode influenciar positivamente o manejo de condições complexas, especialmente aquelas associadas à inflamação e ao dano tecidual. Sua atuação abrange processos como regeneração da pele, fortalecimento ósseo e suporte à função articular, o que reforça seu potencial como aliado terapêutico em diferentes contextos clínicos.

 

Declínio com a idade

Com o avanço da idade, ocorre uma redução progressiva da produção e da disponibilidade de colágeno no organismo. Esse declínio está associado a alterações estruturais e funcionais que podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de diversas doenças crônicas.

 

Proteína funcional

Entre as condições relacionadas à diminuição do colágeno estão osteoartrite, osteoporose, artrite reumatoide, sarcopenia, envelhecimento cutâneo, doença periodontal, refluxo gastroesofágico e alterações metabólicas, como o diabetes mellitus. Nesses casos, estratégias que favoreçam sua reposição ou estimulem sua síntese podem trazer benefícios importantes. Estudos demonstram que o colágeno contribui positivamente para a cicatrização de feridas, saúde cardiovascular, tratamento de distúrbios musculoesqueléticos, e condições gastrointestinais, consolidando seu papel como um recurso terapêutico complementar relevante.

 

Repondo colágeno

A reposição pode ocorrer por meio da ingestão de colágeno hidrolisado, de alimentos naturalmente ricos nessa proteína — como caldos de ossos, mocotó, carnes, peixes, aves e gema de ovo — e também pela oferta adequada de nutrientes essenciais à sua síntese, como vitamina C, glicina, lisina, zinco e silício.

 

Modo de usar

Embora ele possa ser consumido a qualquer momento do dia, sua absorção é otimizada quando ingerido com o estômago vazio, em ambiente mais ácido. A reposição é recomendada especialmente em idosos ou indivíduos com problemas ligados à deficiência de colágeno.

 

Texto elaborado por: Dra. Tamara Mazaracki. 

 

Título de Especialista em Nutrologia –  Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Membro Titular da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia; 

 

Pós-graduação em Medicina Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – FACIS-IBEHE – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo e Centro de Ensino Superior de Homeopatia;

 

Pós-graduação em Medicina Estética – Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino – IBRAPE.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

*Subcellular Biochemitry 2026. Collagen Mechanics.

*Matrix Biology 2025. Collagen diversity in human skin: Aging, wound healing & disorders.

*Polymers (Basel) 2023. The potential of collagen treatment for comorbid diseases.

*J Int Soc Sports Nutrition 2023. Collagen peptides supplementation improves function, pain & physical &mental outcomes in active adults.

*Nutrients 2023. Collagen supplementation for joint health: The link between composition & scientific knowledge.

*J Enzyme Inhib Medicinal Chemistry 2025. Promoting collagen synthesis: a viable strategy to combat skin ageing.

 

domingo, 1 de março de 2026

O que Deve Ter Numa Dieta Para quem Tem Refluxo?

 

A base da terapia nutricional envolve reduzir a exposição da mucosa esofágica ao conteúdo ácido e, quando possível, aumentar a pressão do esfíncter esofágico inferior (EEI), responsável por evitar o retorno do alimento do estômago. 

Do ponto de vista dietético, algumas estratégias principais se destacam: 

  • Energia e peso corporal: em pacientes com sobrepeso ou obesidade, a perda ponderal é fundamental, visto que a pressão intra-abdominal aumentada favorece o refluxo. O valor energético deve ser suficiente para manter peso saudável. 
  • Consistência: em fases agudas, recomenda-se iniciar com dieta líquida ou semilíquida, evoluindo para a dieta conforme melhora dos sintomas. 
  • Lipídios: a dieta deve ser hipolipídica (<20% do VET), pois a gordura estimula a secreção de colecistocinina (CCK), que reduz a pressão do EEI. 
  • Fracionamento: dividir a alimentação em 6 a 8 refeições de pequeno volume evita sobrecarga gástrica e reduz episódios de refluxo. 
  • Líquidos: dar preferência para líquidos entre refeições, evitando grandes volumes durante o almoço ou jantar. 
  • Postura e rotina: não se deitar após as refeições, esperar ao menos 2 a 3 horas antes de dormir, evitar roupas apertadas e, em casos noturnos, elevar a cabeceira da cama. 

Essas medidas simples já proporcionam grande melhora em muitos pacientes, mas precisam ser adaptadas conforme tolerância individual. 

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Dieta para refluxo: alimentos permitidos e o que evitar. Dietbox. Disponível em: www.blog.dietbox.com.br  Acessado em: 01/03/2026.