sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Cuscuz de Azedinha

 

Ingredientes:

  •  250g de cuscuz marroquino
  •  1/2 unidade cebola ralada
  •  2 unidades de gengibre cru ralado
  •  5 colheres (sopa) de azeite de oliva
  •  1 colher (sopa) de cúrcuma
  •  350ml de caldo de frango caseiro
  •  50g de manteiga
  •  2 xícaras de folhas de azedinha cortadas em tiras finas
  •  4 colheres (sopa) de pepino fresco, sem sementes e cortado em cubossal a gosto 

 

Modo de Preparo:

Aqueça duas colheres (sopa) de azeite e refogue a cebola e o gengibre.Acrescente a cúrcuma, o caldo de frango caseiro, a manteiga e o sal.Leve o líquido para ferver.Coloque o cuscuz no caldo, desligue o fogo e tampe a panela.Abafe até que o cuscuz cozinhe, o que leva cerca de 15 minutos.Refogue as folhas de azedinha no restante do azeite de oliva.Junte o cuscuz à azedinha e, por último, adicione os pepinos picados em cubos e acerte o sal.

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

Medeiros, C. Cuscuz de Azedinha. Atual Nutrição. Disponível em: www.atualnutricao.com.br Acessado em: 09/10/2026.

terça-feira, 6 de outubro de 2026

O Vinho Como Alimento Funcional e os Riscos de Seu Consumo

 

O vinho é considerado uma das bebidas alcoólicas mais sofisticadas e apreciadas devido às suas peculiaridades, como seus sabores e aromas. Além disso, é uma bebida milenar que era consumida, principalmente, como remédio para o corpo e alma na antiguidade, o qual ganhou grande importância na história da humanidade tanto em termos culturais como religiosos e econômicos.

A Itália, França e Espanha são considerados os maiores produtores de vinho do mundo. No Brasil, doze regiões vinícolas brasileiras são as responsáveis pela produção de vinhos, sucos de uva e derivados. A maior concentração desta produção ocorre no Rio Grande do Sul, onde são elaborados, em média ao ano, 350 milhões de litros de vinho e derivados, o que representa 90% da produção nacional. Cerca de 20% da produção são de uvas viníferas, e 80% de uvas americanas, como Concord e Isabel, e híbridas, como a Seibel.


Para a obtenção do vinho, é necessária processo de fermentação das uvas, onde ocorre a transformação do açúcar presentes nas frutas, tanto das uvas frescas como no mosto, em álcool, através do consumo desse açúcar pelas leveduras, as quais são microrganismos responsáveis por essa fermentação.
 
O vinho possui um alto teor alcoólico, cerca de 12%, quando comparado as cervejas que estão entre 4% a 6% e os uísques e as aguardentes com teores entre 40% e 50%.
 
 
 
Como já ouvimos falar, duas taças de vinhos podem contribuir com maior longevidade. De fato, as pesquisas estão comprovando os benefícios do vinho, mas é importante não ver nesses resultados um possível incentivo ao abuso do álcool, pois pesquisas evidenciaram que o consumo superior a três taças por dia pode ser perigoso, apresentando ação inversa ao organismo, podendo ser a causa das doenças cardíacas mais do que podem contribuir nessa prevenção. No entanto, estudos mostraram que o consumo de uma a duas taças por dia é suficiente para que possam ser usufruídos dos benefícios do vinho.
 
Esses benefícios estão relacionados ao aumento de expectativa de vida, prevenção de doenças cardiovasculares, de câncer e outras ações protetoras para o organismo. Os compostos responsáveis pelas ações benéficas dos vinhos ao organismo são os compostos fenólicos, que estão presentes em grandes quantidades tanto na casca como nas sementes das uvas. Dentre estas substâncias está o resveratrol, uma substância natural presente nos vinhos em maior quantidade nas uvas tintas (1,5 mg/L) do que nas brancas (cerca de 0 mg/L). Estudos mostram que os vinhos tintos no Brasil apresentam cerca de 0,82 a 5,75 mg.L de trans-resveratrol, com um valor médio de 2,57 mg/L. O resveratrol é um composto muito importante, principalmente, por poder apresentar atividades antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena, neuroprotetora, anti-agregante plaquetária e anti-alergênica.

Muitos estudos mostram que o resveratrol pode contribuir com a prevenção de doenças cardiovasculares, pois este reduz a oxidação do LDL, o que ajuda a diminuir o LDL (colesterol ruim), aumentando o HDL (colesterol bom), evitando a formação de placas de gorduras nas artérias e corrente sanguínea. Muitas pesquisas também mostraram que o resveratrol impede o estresse oxidativo nas células, o que contribui em retardar o envelhecimento celular.
 
Outras substâncias também presentes no vinho tinto são as catequinas e o ácido gálico. Em nosso organismo elas atuam como antioxidantes, impedindo a formação de radicais livres, os quais são íons responsáveis pelo processo de envelhecimento, além de atuarem na inibição de processos neoplásicos.
 
 Além de todos esses benefícios devido aos compostos bioativos presente no vinho, ainda possuem nutrientes como carboidratos, vitaminas e minerais (potássio, cobre, zinco, flúor, magnésio, entre outros) provenientes da uva. Vale destacar que o consumo de uvas in natura ou o suco de uva natural também podem ser tão benéficos quanto o vinho, pois estes também são providos de compostos presentes no vinho. 
 

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

Aranha, JB. O vinho como alimento funcional e os riscos de seu consumo. Grupo de Estudos em Alimentos Funcionais. Disponível em: https://grupoalimentosfuncionais.blogspot.com/2015/08/o-vinho-como-alimento-funcional-e-os.html Acessado em: 06/10/2026.

domingo, 4 de outubro de 2026

Alimentos Orgânicos: Bons Para Você e Para o Planeta

 

Alimentos Orgânicos são cultivados de maneira sustentável, com técnicas de agricultura que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento e de quem o for consumir. O cultivo desses alimentos se destaca por uma série de cuidados: não há uso de agrotóxicos, adubos químicos, aditivos sintéticos, antibióticos, hormônios ou técnicas de engenharia alimentar.

Devemos consumir os alimentos orgânicos por muitos motivos. O principal é não ingerirmos nenhuma substância química tóxica.

Pode-se dizer que são alimentos mais "puros", produzidos tal como a Natureza os fornece. São alimentos isentos de produtos químicos, e produzidos de forma ecologicamente mais limpa e natural, tanto para o meio-ambiente quanto para o ser humano. Suas técnicas de cultivo preservam o solo e os lençóis freáticos. A adubação é orgânica e as pragas são combatidas com métodos naturais.

Esse tipo de agricultura diminui o impacto do aquecimento global, pois com ela o solo consegue reter uma quantidade bem maior de carbono.

Os alimentos orgânicos são mais nutritivos, saborosos e, pelo fato de não terem agrotóxicos, oferecem menos riscos à nossa saúde. Eles também preservam em si a qualidade da água de seu plantio e a fertilidade do solo, ou seja, contém mais nutrientes, vitaminas, minerais e antioxidantes.

Tenha em mente que os cuidados com a higienização dos alimentos orgânicos - especialmente os crus - devem ser os mesmos de qualquer outro alimento. Assegure-se de lavar bem as frutas e vegetais, sempre.

Para ser considerado orgânico, um alimento precisa seguir uma série de especificidades, definidas na legislação brasileira na Lei número 10.831, de 23 de dezembro de 2003. Alimentos orgânicos não podem ter qualquer tipo de modificação genética e devem ser sempre cultivados em solo seguro, separados das plantações convencionais.

Consumir alimentos orgânicos, naturais e frescos, nos ajuda a ter uma vida saudável, priorizando a sustentabilidade. Todos ganham - e o planeta e a sua saúde agradecem. 👍

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