quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Cérebro e Intestino: Existe Mesmo uma Conexão?

 

A conexão entre o cérebro e o intestino nos mostra a importância de termos uma vida saudável, com uma alimentação equilibrada e uma boa administração das nossas emoções.

Dentro do nosso sistema digestivo existem cerca de 500 milhões de neurônios e mais de 30 neurotransmissores, fazendo com que ele seja responsável por emitir respostas emocionais e comportamentais.

Se a nossa flora intestinal não está bem, pode impactar com a nossa saúde mental. O que resulta em situações como ansiedade e depressão. A serotonina, por exemplo, é um neurotransmissor produzido no intestino, que é enviado para o cérebro e está diretamente ligada ao nosso humor.

Toda a nossa rotina diária, como alimentação e pensamentos, fazem com que o nosso intestino capte essas informações e as reproduza para o cérebro.


  •  Diminuir/eliminar o consumo de açúcar;
  •  Ter uma alimentação integrativa;
  •  Usar suplementos como probióticos (quando necessário) e prebióticos (alimentos dos probióticos);
  •  Praticar exercício físico e meditação diariamente;
  •  Hidratação adequada para o seu corpo.

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Medeiros, C. Cérebro e intestino: existe mesmo uma conexão? Atual Nutrição. Disponível em: www.atualnutricao.com.br Acessado em: 27/08/2026.


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

"Me Sinto Tão Inchada!" Como Reduzir A Retenção de Líquidos?

É como carregar uma bagagem extra: um desconforto físico, muitas vezes acompanhado de fadiga e de uma clara sensação de inchaço em todo o corpo. É a chamada "retenção hídrica" ou "retenção de líquidos", que ocorre quando o excesso de fluidos se acumula nos tecidos do corpo, resultando em inchaço e sensação de aumento de peso.

Existem várias razões que podem causá-la:

A. Desequilíbrio de eletrólitos: a ingestão inadequada de eletrólitos, como sódio e potássio, pode causar retenção de líquidos.

B. Consumo excessivo de sódio: alimentos processados, fast food e excesso de sal podem levar à retenção de líquidos, devido ao alto teor de sódio.

C. Alterações hormonais: oscilações hormonais durante o ciclo menstrual ou gravidez podem causar retenção de líquidos.

D. Inatividade física: a falta de movimento afeta a circulação e o fluxo linfático, levando à retenção de líquidos.

Para combater essa retenção e desinchar, aqui estão algumas dicas úteis:

1. REDUZA O CONSUMO DE SÓDIO

Limite a ingestão de alimentos processados e salgados, optando por alimentos frescos e naturais.

2. BEBA MAIS ÁGUA

Parece contraditório, eu sei… mas beber mais água ajuda a liberar o excesso de fluidos retidos no corpo.

3. PRATIQUE ATIVIDADES FÍSICAS

O exercício ajuda a melhorar a circulação e reduz a retenção de líquidos.

4. CONSUMA ALIMENTOS DIURÉTICOS

Pepino, melancia, aipo e chá verde têm propriedades diuréticas naturais, que ajudam a eliminar o excesso de líquidos.

5. EVITE ROUPAS JUSTAS

Elas podem dificultar a circulação e a drenagem linfática, aumentando a propensão à retenção de líquidos.

Com mudanças simples na dieta e no estilo de vida é possível diminuir a retenção de líquidos e o mal-estar que ela causa. Conte comigo para acompanhar você em uma jornada que leve ao maior bem-estar e equilíbrio em sua vida e sua saúde! Agende sua consulta! 📅💧

#RetençãoDeLíquidos #RetençãoHídrica #TPM #Desinchar #BemEstar

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Dieta na Amamentação: Receita de Vitamina para a Mãe

 

O aleitamento materno é um ato de valor à vida da criança, capaz de fornecer todos os nutrientes necessários para sua saúde e o crescimento. Entretanto, não são todas as mães que conseguem ser nutrizes; às vezes a fonte de leite seca e, outras, uma doença ou mesmo a falta de alimentação e hidratação adequada impede a produção de leite. Felizmente, neste último caso, uma correta dieta na amamentação pode fazer toda a diferença.

Infelizmente, existem poucos dados científicos sobre alimentos necessários para uma amamentação segura. Por isso, é importante reforçar que apenas um nutricionista pode ajudar a indicar o caminho mais correto na alimentação enquanto a mulher estiver amamentando o bebê. O que não pode ser feito, na verdade, é uma incorreta ingestão de nutrientes, que poderia ser prejudicial para a produção de leite.

 

Nutrir em primeiro lugar

Um estudo divulgado pelo Korean Pediatric Journal listou alguns grupos alimentares que geram dúvidas nessa fase de amamentação e dieta. A cafeína, por exemplo, não é prejudicial se não for consumida em excesso. Alimentos gasosos, como repolho, couve-flor e brócolis podem causar gases no intestino da mãe; no entanto, gás e fibras não são repassados para o leite materno. O consumo de frutas cítricas também não altera o pH do leite materno.

No caso de alimentos crus, qualquer um pode ser uma fonte de infecção. Entretanto, a intoxicação alimentar materna não resulta em infecção em bebês, apenas faz mal à própria mulher. O ideal é que se a mãe for consumir alimentos crus, que consuma em locais que está acostumada, como um restaurante japonês que conheça há certo tempo. No caso do leite de vaca, o mesmo estudo aponta que, por ser fonte de cálcio, é um alimento interessante a manter na dieta. Mas o consumo deve ser excluído quando a criança recebe o diagnóstico de alergia à proteína do leite, conhecida como APLV.

Por fim, em relação aos peixes, a pesquisa diz que são importantes fontes de ômega-3 e interessantes para serem incluídos na dieta da mãe, mas cuidados com o tipo e fonte do peixe devem ser tomados para evitar exposição excessiva ao mercúrio. A American Academy of Pediatrics concluiu que o possível risco de excesso de mercúrio ou outros contaminantes é compensado pelos benefícios neurocomportamentais da ingestão adequada de DHA.

 

Vitamina para dieta na amamentação

Dificuldade de preparo: Fácil
Tempo de preparo: 5 minutos
Rendimento: 1 copo de 300 ml

Ingredientes:

 
250 ml de leite de coco ou de amêndoas
1 banana
4 morangos
1 colher (sopa) de aveia

 

Modo de preparo

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador por cinco minutos.
  2. Coloque em um copo e sirva-se logo em seguida.

 

Dica: caso prefira colocar mais nutrientes, acrescente uma castanha do Brasil à mistura.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.


Referências Bibliográficas:

Dieta na amamentação: receita de vitamina para a mãe. Nutritotal. Disponível em: www.nutritotal.com.br Acessado em: 24/08/2026.