segunda-feira, 20 de abril de 2026

Caldo de Ossos: Um Aliado Poderoso da Sua Saúde

 

Se você procura uma maneira deliciosa e nutritiva de aprimorar sua saúde, consumindo poucas calorias, o Caldo de Ossos precisa passar a fazer parte da sua rotina alimentar!

💪 A Força dos Aminoácidos:

O caldo de ossos é uma fonte concentrada de 19 aminoácidos, que são facilmente absorvíveis e que formam os "blocos" de construção das proteínas, vitais para o crescimento, reparo e manutenção dos tecidos do corpo.

Por ser rico em GAGs (glicosaminoglicanos), por exemplo, o caldo de ossos ajuda na manutenção da saúde da pele, cabelo, unhas e articulações. Eles são fundamentais para a produção de colágeno e elastina, quem promovem a elasticidade da pele e a resistência dos tecidos conjuntivos.

A gelatina presente no caldo de ossos também ajuda a revestir o trato digestivo, auxiliando na digestão e promovendo a saúde intestinal. Além disso, oferece também outros nutrientes essenciais, como cálcio, magnésio e fósforo.

🥄 Como Preparar o Caldo de Ossos:

A preparação é um pouco demorada, mas é bastante simples, envolvendo a fervura lenta (por cerca de 8 horas) de ossos e tecidos conjuntivos (nervos e cartilagens) de animais, como frango, peru, carnes vermelhas ou peixe, junto com cebola, alho, ervas e especiarias.

O resultado é um líquido dourado, muito saboroso, com consistência levemente viscosa, rico em sabor e em nutrientes, que pode ser usado em sopas, molhos e bebidas saudáveis.

Preferencialmente, a inclusão do Caldo de Ossos na rotina alimentar deve ser feita com orientação de um nutricionista, levando em conta as suas necessidades individuais, idade, estado de saúde, rotina e objetivos pessoais.

Mais do que uma sopa reconfortante, o caldo de ossos é um aliado do seu corpo e da sua nutrição. Incorpore-o à sua rotina alimentar e transforme em saúde seus muitos benefícios! 🌟🍵

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 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Proteína e Saúde

 

Muitas pessoas acreditam que proteína serve apenas para “ganhar músculo”. Mas a verdade é que ela é essencial para imunidade, cicatrização, hormônios, pele, cabelo e unhas. Quando a ingestão é baixa, o corpo começa a economizar proteína para as funções vitais — e outros sistemas acabam sofrendo. Esse efeito é mais pronunciado em pessoas com mais idade.

 

Sinais de falta de proteína

• perda de força
• queda de massa muscular
• fome frequente
• cabelos e unhas frágeis
• recuperação arrastada após doenças ou exercícios

• metabolismo lento
• fadiga sem explicação

Qualidade de vida e longevidade

Com o avanço da idade, o risco aumenta: estima-se que até metade das mulheres acima de 70 anos consuma bem menos proteína do que deveria. Garantir um aporte adequado deste macronutriente é uma das estratégias mais simples para preservar massa muscular, imunidade e qualidade de vida ao longo dos anos.

 

Pouca proteína pode desacelerar a tireoide.

Proteína insuficiente pode, sim, bagunçar o eixo tireoidiano — e isso costuma passar despercebido. O eixo tireoidiano envolve hipotálamo, hipófise e tireoide, trabalhando em sequência para produzir e regular os hormônios tireoidianos. Quando a ingestão proteica é muito baixa, especialmente se vier junto com restrição calórica, perda de peso importante ou desnutrição, o organismo entra em “modo economia”. Nesse contexto, tende a reduzir a atividade tireoidiana para poupar energia.

 

A essencial conversão de T4 em T3

Um dos achados mais comuns é a queda de T3, o hormônio tireoidiano mais ativo, geralmente por menor conversão de T4 em T3 nos tecidos. Isso acontece porque o corpo tenta frear o gasto energético basal – o metabolismo fica “lento”. Em quadros mais intensos ou prolongados, podem ocorrer também redução de TRH e TSH (hormônios do hipotálamo e hipófise que comandam a tireoide), além de menor síntese, transporte e metabolismo adequado dos hormônios tireoidianos.

 

O eixo tireoidiano desacelera

Além disso, deficiência proteica raramente vem sozinha — muitas vezes há baixa ingestão de selênio, zinco, ferro e iodo, nutrientes fundamentais para a fisiologia tireoidiana.  Em resumo, sem proteína suficiente, o corpo entende que não é hora de manter um metabolismo alto. Resultado: o eixo tireoidiano tende a desacelerar, principalmente com queda de T3 e menor eficiência metabólica.

 

Sinais clínicos de tireoide alterada

Os possíveis sinais clínicos incluem: fadiga, frio excessivo, queda de cabelo, pele seca, perda de massa muscular, lentidão metabólica, ganho de peso, dificuldade de recuperação, constipação, alteração no colesterol e pouca adaptação ao estresse fisiológico.

 

Quanta proteína ingerir

Você costuma prestar atenção na quantidade de proteína que consome por dia?

 - A maioria dos adultos precisa de cerca de 1 g por kg de peso por dia.

- Idosos e pessoas ativas podem precisar de 1,2 a 1,5 g por kg de peso por dia.

 

Texto elaborado por: Dra. Tamara Mazaracki. 

 

Título de Especialista em Nutrologia –  Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Membro Titular da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia; 

 

Pós-graduação em Medicina Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – FACIS-IBEHE – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo e Centro de Ensino Superior de Homeopatia;

 

Pós-graduação em Medicina Estética – Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino – IBRAPE.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

*Nutrients 2025. Protein and Aging: Practicalities and Practice.

*Am J Clinical Nutrition 2024. Dietary protein intake in midlife in relation to healthy aging - results from the prospective Nurses' Health Study cohort.

*Ageing Research Reviews 2022. Protein intake & physical function in older adults: A systematic review and meta-analysis.

*Nutrients 2021. Strategies to Prevent Sarcopenia in the Aging Process: Role of Protein Intake & Exercise.

*Nutrients 2024. Dietary Habits, Nutritional Knowledge & Their Impact on Thyroid Health in Women: A Cross-Sectional Study.

*Nutrients 2023. Is It Time to Reconsider the U.S. Recommendations for Dietary Protein & Amino Acid Intake?

 

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Não Consigo Emagrecer. Estou Fazendo Algo Errado?

 

Muitas pessoas relatam que simplesmente não conseguem emagrecer. Quando não se trata de problemas hormonais ou fisiológicos, é importante pensar em alguns possíveis erros, que dificultam a perda de peso.

Entre os mais comuns, estão as substituições inadequadas. Por exemplo, trocar alimentos "não saudáveis" por suas versões "mais saudáveis" só será eficiente se você prestar atenção às quantidades e ao valor calórico dos alimentos.

Por exemplo, trocar o arroz branco pelo integral, sem reduzir as quantidades, não terá impacto significativo no valor calórico total. É fundamental considerar o déficit energético (a diferença entre as calorias ingeridas e as calorias gastas), necessário para emagrecer!

Outro erro é criar uma "obsessão" pela balança. Emagrecer não significa perder peso todo dia! Se você, por exemplo, está seguindo minhas orientações alimentares e praticando exercícios, pode estar ganhando massa magra enquanto perde gordura, sem que isso "apareça" na balança. Avaliar a composição corporal, com métodos como a bioimpedância, é importante para medir o seu progresso.

Outro erro: comer pouquíssimo. Reduzir drasticamente a alimentação leva o corpo ao estresse, com possível perda de massa muscular e desregulação hormonal. É preciso alimentar-se corretamente, para que os efeitos da dieta não sejam opostos ao esperado.

O excesso de exercícios também é um problema, especialmente se você está retomando a atividade física. Exercitar-se em demasia eleva o risco de lesões e pode aumentar sua fadiga e sua fome, dificultando o controle alimentar.

O fato é que o emagrecimento não ocorre em um ritmo linear. Perdas iniciais rápidas geralmente são resultado da eliminação de água corporal - e o ritmo varia ao longo do processo.

Conte comigo para auxiliar você! Juntos, definiremos metas realistas e saudáveis, para resultados mais visíveis e duradouros no seu processo de emagrecimento!

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As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.