domingo, 30 de agosto de 2026

Bolo de Fubá sem Glúten

 

Tem dias em que não há nada melhor do que uma xícara de café acompanhada de um bolo de fubá fofinho no lanche da tarde. E se você pensa que, só por conta da dieta, não dá para aproveitar essa delícia, saiba que com uma troca simples dos ingredientes, você pode adaptar o bolo para uma refeição mais nutritiva.

Por ser um alimento de fácil acesso, o fubá costuma ser fortificado com ferro. Segundo um estudo feito pela Kansas State University, essa fortificação acontece em alimentos com amplo alcance na população em geral para evitar a desnutrição por micronutrientes, como o ferro. Trata-se então de uma abordagem econômica efetiva.

Mesmo assim, o estudo faz questão de ressaltar que a farinha de milho ou o fubá, apesar de serem fontes de nutrientes, são claramente ingredientes com baixo teor de gordura e de fibras quando comparados ao milho inteiro ou à farinha de milho integral.

 

Bolo de fubá sem glúten

Rendimento: 10 porções
Tempo de preparo: 50 minutos

Ingredientes

  • 1 xíc. (chá) de farinha integral (sem glúten)
  • 1 xíc. (chá) de fubá
  • 1 xíc. (chá) de leite desnatado
  • 1 col. (sopa) de óleo de coco
  • 1/3 de xíc. (chá) de açúcar demerara
  • 1 col. (sopa) de fermento

Modo de preparo

  1. Bata no liquidificador todos os ingredientes, deixando por último o fermento.
  2. Asse a mistura em uma forma untada por 40 minutos, em um forno pré-aquecido a 180 ºC.
  3. Se quiser incrementar o sabor do seu bolo, acrescente erva-doce à mistura. Fica uma delícia!

Vale destacar que o bolo deve ser consumido com moderação, pois não deixa de ser uma preparação calórica, mesmo com as substituições propostas.

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

Valverde, B. Como fazer bolo de fubá mais nutritivo?. Nutritotal. Disponível em: www.nutritotal.com.br Acessado em: 30/08/2026.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Cérebro e Intestino: Existe Mesmo uma Conexão?

 

A conexão entre o cérebro e o intestino nos mostra a importância de termos uma vida saudável, com uma alimentação equilibrada e uma boa administração das nossas emoções.

Dentro do nosso sistema digestivo existem cerca de 500 milhões de neurônios e mais de 30 neurotransmissores, fazendo com que ele seja responsável por emitir respostas emocionais e comportamentais.

Se a nossa flora intestinal não está bem, pode impactar com a nossa saúde mental. O que resulta em situações como ansiedade e depressão. A serotonina, por exemplo, é um neurotransmissor produzido no intestino, que é enviado para o cérebro e está diretamente ligada ao nosso humor.

Toda a nossa rotina diária, como alimentação e pensamentos, fazem com que o nosso intestino capte essas informações e as reproduza para o cérebro.


  •  Diminuir/eliminar o consumo de açúcar;
  •  Ter uma alimentação integrativa;
  •  Usar suplementos como probióticos (quando necessário) e prebióticos (alimentos dos probióticos);
  •  Praticar exercício físico e meditação diariamente;
  •  Hidratação adequada para o seu corpo.

 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Medeiros, C. Cérebro e intestino: existe mesmo uma conexão? Atual Nutrição. Disponível em: www.atualnutricao.com.br Acessado em: 27/08/2026.


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

"Me Sinto Tão Inchada!" Como Reduzir A Retenção de Líquidos?

É como carregar uma bagagem extra: um desconforto físico, muitas vezes acompanhado de fadiga e de uma clara sensação de inchaço em todo o corpo. É a chamada "retenção hídrica" ou "retenção de líquidos", que ocorre quando o excesso de fluidos se acumula nos tecidos do corpo, resultando em inchaço e sensação de aumento de peso.

Existem várias razões que podem causá-la:

A. Desequilíbrio de eletrólitos: a ingestão inadequada de eletrólitos, como sódio e potássio, pode causar retenção de líquidos.

B. Consumo excessivo de sódio: alimentos processados, fast food e excesso de sal podem levar à retenção de líquidos, devido ao alto teor de sódio.

C. Alterações hormonais: oscilações hormonais durante o ciclo menstrual ou gravidez podem causar retenção de líquidos.

D. Inatividade física: a falta de movimento afeta a circulação e o fluxo linfático, levando à retenção de líquidos.

Para combater essa retenção e desinchar, aqui estão algumas dicas úteis:

1. REDUZA O CONSUMO DE SÓDIO

Limite a ingestão de alimentos processados e salgados, optando por alimentos frescos e naturais.

2. BEBA MAIS ÁGUA

Parece contraditório, eu sei… mas beber mais água ajuda a liberar o excesso de fluidos retidos no corpo.

3. PRATIQUE ATIVIDADES FÍSICAS

O exercício ajuda a melhorar a circulação e reduz a retenção de líquidos.

4. CONSUMA ALIMENTOS DIURÉTICOS

Pepino, melancia, aipo e chá verde têm propriedades diuréticas naturais, que ajudam a eliminar o excesso de líquidos.

5. EVITE ROUPAS JUSTAS

Elas podem dificultar a circulação e a drenagem linfática, aumentando a propensão à retenção de líquidos.

Com mudanças simples na dieta e no estilo de vida é possível diminuir a retenção de líquidos e o mal-estar que ela causa. Conte comigo para acompanhar você em uma jornada que leve ao maior bem-estar e equilíbrio em sua vida e sua saúde! Agende sua consulta! 📅💧

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As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.