sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Perca Peso Sem Perder A Motivação: 5 Dicas Práticas

 

Em uma jornada de emagrecimento, um dos maiores desafios consiste em manter a motivação ao longo do tempo. Nenhuma dieta, por mais eficiente que seja, terá sucesso se você não conseguir aderir a ela.

Veja abaixo algumas dicas para ajudar você a se manter "nos trilhos" e não desistir!

1. ESTABELEÇA METAS REALISTAS

Defina metas alcançáveis ​​e mensuráveis! Olhar só para o "fim da linha" pode fazer o caminho parecer mais distante e difícil. Saber que as metas são alcançáveis diminui a sensação de esforço e mantém sua motivação em alta.

2. CELEBRE AS CONQUISTAS

Reconheça e comemore suas conquistas, mesmo que pareçam pequenas. Cada passo na direção certa merece ser reconhecido e celebrado! Isso também nutre sua motivação.

3. ENCONTRE APOIO

Busque apoio de amigos, familiares, grupos de apoio (online, inclusive) ou um profissional de Nutrição. Ter alguém para compartilhar a história por trás dos seus desafios e vitórias pode ser incrivelmente motivador e reconfortante.

4. MEXA-SE E COLHA OS BENEFÍCIOS

Aumentar o gasto calórico tornará mais rápido seu processo de emagrecimento. Além disso, a prática de atividade física regular libera neurotransmissores que atuam diretamente sobre seu bem-estar - e que também ajudam a manter a motivação.

5. PERMITA-SE "ERRAR"

Se tiver um deslize, não se castigue - nem transforme o erro em "boa desculpa" para desistir. Em vez disso, aprenda com a experiência e siga em frente, com novo foco e determinação.

A jornada de emagrecimento não é, necessariamente, uma linha reta, que se percorre com velocidade constante. É normal ter altos e baixos! O importante é manter o compromisso com seus objetivos e continuar avançando, um passo de cada vez.

Com determinação, paciência e boa orientação, sua motivação será sua aliada no processo, e não um peso a mais para carregar. Conte comigo! 💪🥗

#EmagrecimentoSaudável #DicaFitness #MetasRealistas #AutoCompaixão #FocoNaDieta

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Estrogonofe de Cogumelos e Palmito

 

O estrogonofe é um dos pratos mais queridos dos brasileiros e costuma ser servido acompanhado de um arroz branco soltinho. Apesar de sua origem russa, a refeição se adaptou em nosso país e ganhou outras vertentes, como o acréscimo de ketchup ou sendo servido com a crocante batata palha. E até mesmo os vegetarianos e veganos conseguem aproveitar essa delícia por meio de algumas adaptações.

 Ao invés de se usar carne ou frango na mistura, existem opções proteicas que são tão saborosas e nutritivas quanto. É possível variar nas fontes de proteína vegetal durante o preparo do estrogonofe. É o caso de usar cogumelos, grãos, sementes, soja, entre outras opções.

Veja a seguir cinco opções para trocar a proteína animal pela vegetal no seu estrogonofe:

  1. Tofu: o “queijo” à base de soja é uma opção saudável para o corpo. Uma porção de 100 g, contém 6,6 g de proteínas.
  2. Grãos: são inúmeras opções no cardápio, mas a nutricionista Beatriz recomenda o uso da lentilha, do feijão, do grão de bico, da ervilha e da soja para quem busca proteínas.
  3. Cogumelos: shimeji, shiitake, champignon e outros tipos de fungos comestíveis também são excelentes alternativas, segundo a nutricionista.
  4. Edamame: esta espécie de vagem delicada é bastante apreciada no Oriente. Uma xícara de chá, com 155 g de edamame cozido, tem aproximadamente 18,5 g de proteínas.
  5. Proteína de soja texturizada: feita para similar o aspecto, sabor e textura da carne, em apenas uma porção de 28 g, é possível encontrar até 23 g de proteínas.

Estrogonofe de cogumelos e palmito

Dificuldade: fácil
Rendimento: 2 porções
Tempo de preparo: 20 minutos

Ingredientes:

 
1 xíc. (chá) de cogumelos picados
1 cebola picada
1 tomate picado sem semente
1 vidro de palmito picado
1 col. (sopa) de manteiga
1 xíc. (chá) de molho de tomate
Sal a gosto
1 lata (300 g) de creme de leite light

Modo de preparo:

  1. Refogue os cogumelos, cebola, tomate e palmito na manteiga, até cozinharem.
  2. Acrescente em seguida os demais ingredientes, com exceção do creme de leite, para formar uma mistura.
  3. Por último, acrescente o creme de leite quando o fogo já estiver desligado e deixe encorpar. Sirva em seguida.

Dica: caso queira fazer uma versão vegana do estrogonofe , troque a manteiga por margarina vegetal e o creme de leite por leite de castanhas.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.


Referências Bibliográficas:

Valverde, B. 5 substitutos da carne no estrogonofe vegetariano. Nutritotal. Disponível em: www.nutritotal.com.br Acessado em: 19/08/2026.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Bisnaguinhas: Como Avaliar o Produto na Hora da Compra

Fofinha e com sabor levemente adocicado, a bisnaguinha é um alimento comum em muitas lancheiras infantis por parecer saudável. A praticidade também ajuda a explicar sua popularidade: basta abrir a embalagem para ter um lanche pronto.

No entanto, uma análise mais atenta da lista de ingredientes mostra que o alimento é considerado ultraprocessado. Por isso, o consumo deve ser moderado, principalmente entre crianças.

 Qual a composição da bisnaguinha?

Apesar de ser feita principalmente à base de farinha de trigo, ela passa por diversas etapas de processamento industrial e reúne ingredientes que não costumam fazer parte de receitas caseiras.

Durante a fabricação, são adicionados conservantes, emulsificantes e outros aditivos para manter características como maciez e sabor, além de garantir o prazo de validade.

Ao analisar os rótulos, alguns ingredientes aparecem com frequência em diversas marcas:

    Farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico;
    Açúcar adicionado;
    Gorduras vegetais;
    Sal;
    Conservantes;
    Emulsificantes.

A composição também pode incluir leite em pó, ovos, glúten e xaropes que são utilizados para ajustar sabor e textura.

Na hora da compra, alguns pontos da embalagem ajudam a fazer escolhas mais conscientes. Veja o que vale observar:

Açúcares adicionados: são os açúcares incluídos durante a fabricação do produto. Nas bisnaguinhas, costumam variar entre 4,4 g e 5,4 g por porção de 50 g (2 unidades e meia). A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda limitar o consumo de açúcares livres a 25 g por dia. O ingrediente também pode aparecer com outros nomes, como xarope de glicose, açúcar invertido, dextrose e maltose.


Sódio: uma porção pode fornecer até 175 mg de sódio, o equivalente a cerca de 9% do limite diário recomendado para adultos. Embora o valor pareça pequeno isoladamente, ele se soma ao consumo de outros alimentos ao longo do dia.


Lista de ingredientes: emulsificantes, conservantes e melhoradores de farinha são alguns dos aditivos encontrados com frequência nas versões industrializadas. Geralmente, listas mais extensas indicam maior nível de processamento.

Ordem dos ingredientes: os componentes são apresentados do mais ao menos concentrado. Por isso, vale observar quais ingredientes aparecem nas primeiras posições.

Farinha integral: quando aparece entre os primeiros ingredientes, pode indicar uma quantidade maior de fibras na composição.

Lupa da Anvisa: o símbolo na parte frontal da embalagem aponta alto teor de itens como açúcar adicionado, sódio ou gordura saturada, conforme critérios da rotulagem nutricional.

A seguir, veja alguns rótulos de bisnaguinhas tradicionais com informações oficiais das marcas:


 

 Comer bisnaguinha todos os dias faz mal?

Consumida ocasionalmente, a bisnaguinha dificilmente representa um problema dentro de uma alimentação equilibrada. A atenção maior está quando alimentos ultraprocessados fazem parte da rotina alimentar de forma frequente.

O Ministério da Saúde recomenda evitar o consumo de produtos com açúcar adicionado por menores de dois anos de idade. Essa fase é importante para a formação do paladar, e a exposição precoce a sabores muito doces pode influenciar preferências alimentares ao longo do tempo. O consumo excessivo de açúcar nessa faixa etária está associado a ganho de peso e aumento do risco de cáries.

Em relação ao consumo habitual, alguns pontos merecem atenção:

Baixo teor de fibras: pode reduzir a saciedade e aumentar o consumo de alimentos ao longo do dia.


Combinação com outros industrializados: em alguns casos, a bisnaguinha é consumida com doces, embutidos e bebidas açucaradas, o que pode elevar a ingestão total de açúcar, sódio e calorias na refeição.

Padrão alimentar geral: estudos científicos associam dietas com alta participação de alimentos ultraprocessados ao maior risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares, além de maior risco de morte precoce.

Opte por recheios mais saudáveis

Se for consumir bisnaguinha, a recomendação é combinar com uma fonte de proteína e fibra para reduzir o impacto glicêmico e aumentar a saciedade. Sempre que possível, vale a pena alternar com pães mais simples ou preparações caseiras.

Para equilibrar a refeição e melhorar a qualidade nutricional do lanche, invista em recheios com:

Ovos mexidos ou cozidos
Frango desfiado
Atum
Queijo branco
Pasta de ricota
Geleia de frutas com menor adição de açúcar

 

   As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

O que tem nas bisnaguinhas e como avaliar o produto na hora da compra. Viva Bem: Universo Online - UOL. Disponível em: www.uol.com.br/vivabem.com.br Acessado em: 17/08/2026.
 
Fontes: Raquel Castro, coordenadora e professora de nutrição da Unisuam; Priscila Moreira, nutricionista e mestre em Ciência pela Unifesp e docente do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia do Estado de São Paulo; Marina Yazigi Solis, nutricionista clínica com pós-doutorado pela Escola de Educação Física e Esporte da USP (Universidade de São Paulo).