terça-feira, 15 de abril de 2025

Consumir Atum e Sardinha Pode Diminuir o Risco de Câncer Colorretal

 

Também chamada de CCR, essa doença é responsável por cerca de 935.000 mortes por ano, sendo considerada o segundo tipo de câncer mais incidente entre mulheres e o terceiro, entre homens. E sabe-se também que alguns fatores de risco podem contribuir para o agravamento desse tipo de doença, como o sedentarismo e o consumo excessivo de álcool e de carne vermelha.

Por outro lado, alguns alimentos parecem estar relacionados à diminuição no risco do câncer colorretal. De acordo com cientistas da Università degli Studi di Milano, na Itália, uma maior ingestão de grãos integrais, fibras, fontes de cálcio e frutas estaria relacionada à prevenção da doença.

Porém, os pesquisadores também descobriram que outros tipos de alimentos podem ter uma grande importância para diminuir as células cancerígenas, devido aos seus altos valores nutricionais: os peixes.

Para entender essa relação, os cientistas avaliaram dois estudos de caso-controle realizados entre 1992 e 2010, em que foram comparados os casos de câncer colorretal e o consumo semanal de peixes em lata.

De forma geral, eles puderam compreender que o consumo de peixes foi menor entre pacientes que tiveram casos comprovados de CCR do que entre indivíduos saudáveis. Além disso, eles descobriram que existe uma associação inversa entre o consumo de atum enlatado e o risco de câncer colorretal.

Por mais que sejam necessários mais estudos para entender a fundo essa relação, é sabido que atum, sardinha e outros peixes similares possuem um alto valor proteico, além de ácidos graxos como o ômega-3, importantes para o sistema imunológico e as funções cerebrais. Além disso, costumam ser mais baratos e fáceis de encontrar se comparados aos peixes frescos. Logo, são opções saudáveis não somente para o corpo, mas também para o bolso dos brasileiros.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.


Referências Bibliográficas:

Consumir atum e sardinha pode diminuir o risco de câncer colorretal. Nutritotal. Disponível em: www.nutritotal.com.br Acessado em: 15/04/2025.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Chocolate Amargo: Benefícios Reais ou Só Exagero da Internet?

 

🍫 Muita gente pensa no chocolate como sinônimo de prazer irresistível — uma "extravagância" capaz de sabotar qualquer dieta saudável.

Mas a verdade é que, quando consumido com moderação, o chocolate amargo pode, sim, trazer benefícios reais para a saúde — especialmente aqueles com alto teor de cacau (acima de 70%).

O cacau, principal ingrediente do chocolate, é rico em compostos antioxidantes como os flavonoides, que têm ação anti-inflamatória, contribuem para a saúde cardiovascular e podem até melhorar o humor, já que estimulam a produção de serotonina e dopamina.

Além disso, o chocolate amargo contém maior teor de minerais essenciais como magnésio, ferro, zinco e potássio — que participam da produção de energia, do fortalecimento do sistema imunológico, do equilíbrio dos fluidos corporais e do bom funcionamento muscular e neurológico.

Mas atenção: isso vale especificamente para os chocolates com alto teor de cacau, ok? Quanto mais cacau, mais benefícios.

Esses efeitos positivos diminuem consideravelmente, por exemplo, nos chocolates ao leite, que contêm teor mais baixo de cacau. Quanto mais açúcar, gordura hidrogenada e aditivos, menor o valor nutricional — e, geralmente, maior o número de calorias por porção.

Ou seja: o chocolate amargo tem, sim, seus méritos — desde que você saiba escolher e não exagere! Um quadradinho por dia pode até entrar na rotina, se o restante da alimentação estiver equilibrado.

Quer aprender a encaixar esse e outros alimentos com consciência na sua alimentação? Eu posso te ajudar! Agende sua consulta!

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 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Índice Glicêmico: Conhecer Pode Ajudar A Perder Peso

 

Ao ingerirmos um alimento, parte dele é transformada em glicose, que fornece a energia que o nosso corpo precisa para se manter. Os carboidratos, por exemplo, têm de 90% a 100% do seu conteúdo convertido em glicose.

Quando há excesso de glicose - significando que há mais "energia" disponível do que aquela que você está gastando - o corpo faz um "estoque", em forma de gordura, que fica armazenada nas células. É isso que leva ao aumento do peso e do risco de obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

O índice glicêmico (IG) é um número indica a quantidade de glicose presente em um alimento, e a velocidade com que a glicose chega à corrente sanguínea. Quanto mais alto for o número, maior será a liberação de insulina pelo pâncreas. Com mais glicose circulante, maior é também a chance de que seja armazenada em forma gordura.

Já alimentos com IG baixo são digeridos mais lentamente, o que significa que provocam menos variação dos níveis de glicemia, e oferecem menor propensão ao ganho de peso.

Saber o índice glicêmico (alto, médio ou baixo) dos alimentos auxilia nutricionistas a elaborar planos alimentares mais eficientes, para pessoas que queiram perder peso, que sejam diabéticas ou tenham qualquer disfunção na produção de insulina.

Amendoim, nozes, castanha de caju, soja, lentilha, maçã, pêssego, pera, abobrinha, quinoa, iogurtes e farelo de aveia, por exemplo, possuem baixo IG, sendo muito recomendados nessas dietas.

De modo geral, quanto mais processado for um alimento, maior será o seu IG. Prefira sempre as frutas, leguminosas, oleaginosas (amendoim e nozes) e vegetais frescos.

Para ter maior segurança sobre o valor do índice glicêmico dos alimentos e adequação deles à sua dieta, consulte o seu nutricionista ou verifique as tabelas oficiais. Levar esses números em conta, sem excessos, mas também sem ignorá-los por completo, pode fazer diferença na sua saúde e no seu peso.

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