terça-feira, 21 de maio de 2024

Panqueca Vegana

 

É comum que pais invistam um bom tempo tentando estimular o consumo de frutas e verduras pelos seus filhos.

Quer uma ótima dica? Crianças comem também com os olhos, como diz o tão conhecido ditado! Use isto a seu favor (e a favor dela)! Uma das formas mais eficientes de fazer com que as crianças se sintam atraídas por um alimento, além do sabor, é fazer um visual irresistível.

Comida também é uma forma de afeto. Prepare essa receita deliciosa e saudável para as crianças da sua vida - ou mesmo para aquelas que já nem sejam mais tão crianças assim! 😉

Convidar as crianças para participar dessa receita pode "temperar" ainda mais o momento e o sabor das panquecas veganas. Fale para elas sobre a importância de uma alimentação nutritiva e incentive-as a comer sempre fazendo boas escolhas. O momento será divertido e inesquecível!

INGREDIENTES:


- 1 e 1/2 xícara de farinha de trigo integral
- 2 colheres de sopa de açúcar demerara
- 1 xícara de leite de soja
- 2 colheres de sopa de óleo vegetal
- 1 colher de sopa de vinagre branco
- 2 colheres de chá de fermento em pó
- 2 morangos
- ½ banana
- 2 ou 3 folhas de hortelã
- 4 mirtilos
- 1 pitada de sal

MODO DE FAZER:


Misture a farinha, o açúcar e a pitada de sal e vá adicionando aos poucos o leite de soja, o óleo e o vinagre. Adicione o fermento em pó e misture bem. A massa está pronta!

Em uma frigideira antiaderente, despeje a massa formando uma camada com cerca de 0,5 cm de espessura, em círculos com cerca de 10cm de diâmetro. Quando estiver com aparência já sequinha e dourada, vire e deixe dourar também do outro lado.

Faça isso com toda a massa e elas estarão prontas para a próxima (e divertida) etapa: o recheio e o enfeite do pássaro! Decore com as frutas, formando as asas, o bico, os olhos e as flores de banana.

Use a sua criatividade - e a da criança - para fazer também outras figuras e sabores! Vai ser uma enorme diversão e, com certeza, será também a memória de um momento delicioso, que ela vai levar pela vida toda. ❤️

Bom apetite e bom divertimento!

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 As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

domingo, 19 de maio de 2024

Por que Limitar o Consumo de Alimentos Processados e Evitar Alimentos Ultraprocessados?

 

Alimentos in natura ou minimamente processados são a base de uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. E já que a recomendação é evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, vale a pena conhecer as diferentes classificações dos alimentos. Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde, essas são as definições: 

  • Alimentos in natura: são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais (como folhas e frutos ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza. Exemplos: legumes, verduras, frutas, batata, mandioca e outras raízes e tubérculos;
  • Alimentos minimamente processados: são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos a alterações mínimas. Exemplos: grãos secos, polidos e empacotados ou moídos na forma de farinhas, raízes e tubérculos lavados, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado;
  • Ingredientes culinários: são os extraídos de alimentos in natura ou direto da natureza e utilizados como temperos, para cozinhar os alimentos e fazer as preparações culinárias. Exemplos: óleos, sal e açúcar;
  • Alimentos processados: são fabricados pela indústria, com a adição de sal ou açúcar e outros ingredientes a alimentos in natura para torná-los duráveis e mais agradáveis ao paladar. Exemplos: palmito e outros vegetais em conserva, sardinhas enlatadas, frutas em calda e queijos, pães feitos com farinha de trigo, leveduras, água e sal;
  • Alimentos ultraprocessados: são formulações industriais prontas para consumo, feitas com ingredientes com nomes pouco familiares e não usados em casa (carboximetilcelulose, açúcar invertido, maltodextrina, frutose, xarope de milho, aromatizantes, emulsificantes, espessantes, adoçantes, entre outros). Exemplos: salgadinhos de pacote, refrigerantes e bebidas adoçadas, macarrão instantâneo, biscoitos recheados e chocolate.

Conforme explica o Guia Alimentar, embora o alimento processado mantenha a identidade básica e a maioria dos nutrientes do alimento do qual deriva, os ingredientes e os métodos de processamento utilizados na fabricação alteram de modo desfavorável a composição nutricional. 

É o caso do sal e açúcar, por exemplo. Por mais que esses sejam produtos amplamente conhecidos, eles são usados em quantidades bem maiores nos alimentos processados quando comparado às preparações culinárias. E vale lembrar que sal e açúcar em excesso estão associados ao desenvolvimento de doenças do coração, à obesidade e outras enfermidades.

A eventual adição de açúcar ou óleo transformam alimentos com baixa ou média quantidade de calorias por grama – por exemplo, leite, frutas, peixe e trigo – em alimentos de alta densidade calórica– queijos, frutas em calda, peixes em conserva de óleo e pães. Por esses motivos, o consumo dos alimentos processados deve ser em pequenas quantidades, seja como ingredientes de preparações culinárias, seja como acompanhamento de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

 


Uma forma prática de distinguir alimentos ultraprocessados de alimentos processados é consultar a lista de ingredientes que, por lei, deve constar dos rótulos de alimentos embalados que possuem mais de um ingrediente.

Já com os alimentos ultraprocessados, a situação muda um pouco. Enquanto os processados podem ser consumidos em pequenas quantidades, os ultraprocessados devem ser evitados  Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e macarrão instantâneo – são nutricionalmente desbalanceados, explica o guia produzido pelo Ministério da Saúde. 

Além disso, a formulação desses produtos e até mesmo a sua apresentação, que geralmente é feita em grandes quantidades, incentivam o consumo excessivo e a substituição da comida de verdade.  De acordo com o Guia, muitas dessas substâncias são sintetizadas em laboratório e têm como função estender a duração dos produtos ou, mais frequentemente, dotá-los de cor, sabor, aroma e textura que os tornem extremamente atraentes.

Além dessas características citadas acima, esses produtos são feitos  para serem consumidos a qualquer hora e lugar, incentivando o  ato de comer sem atenção. Todos esses fatores promovem o alto consumo de calorias. E não para por aí! As formas de produção, distribuição, comercialização e consumo dos ultraprocessados também afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente. Portanto, pensando na saúde e no bem-estar geral de uma sociedade. 

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Por que limitar o consumo de alimentos processados e evitar alimentos ultraprocessados? Ministério da Saúde. Disponível em: www.saude.gov.br Acessado em: 19/05/2024.

 Guia alimentar para a população brasileira. Ministério da Saúde, 2014.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Massa de Pizza Sem Glúten

O glúten é uma proteína presente em grande parte das massas, farinhas e cereais à base de trigo, centeio e cevada.

Para pessoas com intolerância ou que foram diagnosticadas com a doença celíaca, o consumo de glúten pode levar a problemas digestivos, como inchaço, diarreia, fortes dores abdominais, erupções na pele, dor de cabeça e cansaço.

Embora não faça mal à maioria das pessoas, hoje muita gente busca receitas sem glúten, com farinhas diferentes, que são menos industrializadas ou com menos calorias.

É o caso desta receita massa de pizza sem glúten:

INGREDIENTES:


- 1/2 xícara de farinha de arroz
- 1/2 xícara de fécula de batata ou amido de milho
- 1/2 copo de goma hidratada de tapioca
- 1 colher de chá de goma xantana
- 1/2 colher de sopa de fermento biológico seco
- 1 colher de chá de açúcar demerara
- 1/2 copo de água morna
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 ovo
- 1 colher de chá de sal

MODO DE FAZER:


Dissolva o fermento e o açúcar demerara em água morna e deixe descansar por 15 minutos. Em outra tigela, misture a farinha de arroz, a fécula de batata, a goma de tapioca e a goma xantana.

Faça um buraco no meio dessa mistura seca e adicione a mistura do fermento e o açúcar demerara. Adicione também o ovo levemente batido. Misture tudo, até obter uma massa lisa.

Coloque o óleo e o sal por último, misturando também. Use uma espátula para facilitar, pois a massa é bem grudenta.

Deixe-a descansar, coberta com um pano, perto do forno quente, até que dobre de volume. Abra-a em forma de pizza, colocando-a sobre uma forma untada.

Leve ao forno preaquecido a 180 graus por 10 a 15 minutos. Então, adicione o recheio de sua preferência (queijos, brócolis, abobrinha, palmito, ovos, cogumelos e tomates são ótimas opções) e volte ao forno, por mais uns 10 a 15 minutos, a 200 graus.

Use sua criatividade para cobrir sua pizza como desejar, usando inclusive frutas e geleias, para fazer uma versão doce!

Se você não pode ou não quer comer glúten, vai adorar esta receita! Porque, afinal, ninguém resiste a uma boa pizza, né?

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  As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.