sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Diabetes Gestacional


A diabetes gestacional consiste em uma alteração no metabolismo dos carboidratos, caracterizada por uma resistência a insulina levando a hiperglicemia, que aparece pela primeira vez durante a fase gestacional e na maioria dos casos desaparece depois do parto. Mas pode ser indicativo de desenvolvimento de diabetes subsequente.

Normalmente, a glicemia e produção de insulina aumentam com a evolução da gravidez, influenciadas pela mudança hormonal e para favorecer o crescimento do bebê. Mas em algumas mulheres, esse mecanismo fisiológico normal pode se tornar patológico. A diabetes aparece geralmente após a 20ª semana e afeta de 5 a 10% das gestações.

Esta pode trazer sérios riscos ao bebê e aumentar a mortalidade fetal e a prematuridade. Ou caso a gestação seja levada até o prazo normal, os bebês tem maior risco de macrossomia, devido a exposição a altos níveis de glicose o que aumenta a sua produção de insulina, um hormônio anabólico.

A obesidade aparece como principal fator de risco para o desenvolvimento da diabetes gestacional, porém outros fatores podem estar associados ao aparecimento dessa doença neste período, a idade avançada, a falta de atividade física, uma alimentação desregrada, o ganho de peso excessivo, o stress, história familiar de diabetes, entre outros.

Estudos mostram que mesmo para gestantes obesas a restrição calórica e/ou alimentar deve ser baseada nas circunstâncias individuais (história de ganho de peso, patologias associadas, histórico familiar, entre outras), tornando fundamental o acompanhamento nutricional nesta fase. A alteração no consumo de carboidratos, principalmente, será necessária para gestantes diabéticas, porém a individualidade de cada mulher especificará o tipo e a forma com que a dieta será realizada.

Dicas Nutricionais:

● Em primeiro lugar, é muito importante a avaliação individual feita por um nutricionista, especialmente para gestantes acima do peso, que precisam controlar as calorias ingeridas, pois a restrição calórica e o controle do peso são essenciais para a manutenção adequada da glicemia;

● Evite o consumo de carboidratos refinados como a farinha e o açúcar, pois estes alimentos elevam a glicemia rapidamente. Diferentemente de mulheres diabéticas não grávidas, que podem comer pequenas quantidades de alimentos doces, as gestantes devem ser mais restritivas, pois os hormônios deixam o organismo mais sensível ao açúcar;

● Outros alimentos de alto índice glicêmico a serem evitados: cereais matinais, a grande maioria contém açúcar ou xarope de glicose na composição; farofa, polenta e outros alimentos feitos com farinha de mandioca ou de milho e arroz branco;


● Prefira consumir carboidratos de baixo índice glicêmico (cereais integrais, arroz integral, feijões, quinoa, aveia, pães integrais), estes demoram mais para serem digeridos, liberando mais lentamente a glicose, não elevando os níveis sanguíneos;

● Verifique quantos tipos de carboidratos você ingere por refeição, mesmo que sejam grãos integrais ou carboidratos de baixo índice glicêmico, deve-se ter moderação no consumo destes alimentos, não passando de 2 tipos nas principais refeições (arroz integral e lentilha, ou quinoa e purê de batata doce);

● Alimente-se de 3 em 3 horas, com porções menores, dessa forma é mais fácil controlar a glicemia para que não haja picos;

● As frutas não devem ser excluídas do cardápio, porém seu consumo deve ser moderado, pois elas fornecem frutose e glicose também. Prefira consumi-las nos intervalos das refeições;

● Evite alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como produtos industrializados, biscoitos, embutidos e carnes gordas. As gorduras são importantes sim, mas prefira as gorduras saudáveis como o azeite, que fornece ácidos graxos essenciais - não produzimos esses compostos – e ajudam a diminuir a carga glicêmica da refeição;

● Existem indícios de que mulheres diabéticas podem ser mais susceptíveis a desnutrição proteica, por isso não deixe de consumir fontes de proteínas (carnes magras, peixes, feijões, leite, ovos) importantes durante a fase gestacional para o fornecimento de aminoácidos essenciais ao feto;

● O consumo de carnes vermelhas precisa ser limitado a 2 vezes na semana. Além disso, as carnes devem ser de preferência magras, sem pele e sem gordura aparente. Alguns estudos sugerem que o excesso de ferro das carnes prejudicaria as células produtoras de insulina no pâncreas;

● O consumo de peixe é importante – mínimo 2 vezes na semana - estudos mostram que o ômega 3 durante a gestação pode auxiliar na prevenção de más formações neurológicas no feto; 



● O uso de adoçantes não é liberado para mulheres com diabetes gestacional, pois muitos deles podem trazer prejuízos ao bebê. Evite ao máximo alimentos que precisem ser adoçados. Um adoçante com uso aprovado é a sucralose, mas o consumo deve ser moderado;

● Pesquisas relatam que durante o diabetes gestacional ocorrem deficiências de vitaminas e minerais, pois há uma grande perda desses nutrientes pelo aumento no volume de urina, além de uma absorção deficiente. Deficiências de cromo, magnésio, potássio e vitamina B6, podem potencializar a hiperglicemia, uma vez que estas deficiências levam a prejuízos na produção de insulina pelo pâncreas. Por isso consuma mais peixes, legumes e verduras, principais fontes destes minerais.

Texto elaborado por: Patrícia Bertolucci

Nutricionista pela Universidade Federal de Goiás – UFG.

Assessoria a Clubes e Empresas ligadas ao esporte ou com interesse em qualidade de vida.

Responsável pela empresa Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição.

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Esteatose Hepática: Obesidade e Álcool


A esteatose hepática, mais conhecida como "gordura no fígado", vem se tornando um problema cada vez mais frequente e conhecido pela população. É verdade que isso se deve, em parte, ao fato de mais médicos solicitarem ultrassonografias de abdômen e detectarem o problema. Outra razão que explica sua incidência cada vez mais comum é o aumento da obesidade na população. 

Quando as células e os espaços do fígado são preenchidos por gordura, o órgão se torna volumoso e pesado. A comparação mais comum --impactante, porém didática, é com o famoso patê de froie grais (fígado de ganso), obtido a partir da dieta forçada e extremamente rica em calorias desses animais. Porém, o abuso de álcool, o uso de certos medicamentos e doenças como as hepatites virais também podem causar esse quadro, que só gera algum sintoma quando o dano ao fígado já é muito grave. 

Fígado e suas funções

O fígado é uma glândula localizada no lado direito do abdômen que possui diversas funções, como desintoxicar o organismo, produzir colesterol, sintetizar proteínas e armazenar glicose (o açúcar do sangue). O órgão produz a bile, um composto que ajuda no processo de eliminação de toxinas e na digestão dos lipídios. Assim, a presença de um pouco de gordura no fígado é absolutamente normal. Mas quando o índice de infiltração ultrapassa 5% do seu volume, a situação começa a se complicar. 

Evolução

Se não tratada ou controlada, a esteatose hepática pode gerar uma inflamação, também chamada de esteatoepatite, que leva a morte celular e um processo de fibrose (cicatrização). Com o passar dos anos, a condição pode progredir para cirrose hepática e também pode resultar em câncer de fígado. Em situações mais graves, o transplante é necessário. 

Causas e tipos

Existem dois tipos de esteatose, ou doença hepática gordurosa, de acordo com as causas:
  • Alcoólica: provocada pelo consumo excessivo de álcool. O fígado tem a capacidade de metabolizar as moléculas de etanol para eliminar a substância do nosso organismo. Mas quando a dose é alta ou ingerida em pouco tempo, os subprodutos desse processo ficam concentrados, e eles são tóxicos para as células hepáticas. Com o passar do tempo, o dano passa interferir nas funções do órgão.

  • Não alcoólica: provocada prioritariamente por má alimentação, sedentarismo, sobrepeso, obesidade, diabetes, colesterol e triglicérides alto, e perda ou ganho muito rápido de peso. Porém, também pode ser causada pelo uso de certos medicamentos (hormônios e corticoides, entre outros), ou por inflamações crônicas associadas, por exemplo, à hepatite C ou outras doenças hepáticas.
Prevalência

A esteatose é considerada a doença do fígado mais comum nos países industrializados ocidentais. Cerca de 70% dos casos referem-se à doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e o restante é consequência do abuso de álcool. Estima-se que 20% a 40% da população sofra com o problema, sendo que o percentual é mais alto se considerarmos populações específicas, como a de obesos, diabéticos ou indivíduos com síndrome metabólica (quadro que envolve dislipidemia, resistência à insulina e obesidade abdominal).
Embora seja mais comum em adultos na faixa dos 40 ou 50 anos de idade, crianças pequenas podem ter esteatose, geralmente associada a doenças metabólicas. Entre as mais velhas e os adolescentes, o quadro também pode surgir como consequência de hábitos pouco saudáveis. E apesar da relação com a obesidade, indivíduos magros também podem fígado gorduroso. 

Já em relação à esteatose hepática associada à bebida, estima-se que 90% dos indivíduos que fazem uso abusivo do álcool tenham a condição, dos quais 15% a 30% desenvolvem hepatite alcoólica e 10% a 20%, cirrose hepática. 

Complicações

Cardiovasculares: a DHGNA é considerada o componente hepático da síndrome metabólica e também uma complicação da obesidade. Assim como esses quadros, constitui um fator de risco para infartos e derrames.

Cirrose: toda doença crônica do fígado, que envolve uma inflamação persistente, pode resultar em cirrose, que é a alteração da arquitetura normal do órgão pela presença de cicatrizes e nódulos que envolvem as células hepáticas remanescentes. Estima-se que 30% dos pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica evoluam para esteatoepatite e cirrose. Uma das primeiras alterações provocadas por essa mudança de arquitetura do fígado é a chamada hipertensão portal (aumento da pressão na veia porta, que drena o sangue proveniente dos intestinos). Quando a cirrose é avançada, há comprometimento de funções do fígado, como a formação de proteínas e neutralização de toxinas. Nesses casos, o transplante pode se tornar necessário. 

Câncer de fígado: a cirrose e a própria esteatose são fatores de risco para o hepatocarcinoma, um tipo agressivo de câncer das células hepáticas que causa mais de 9.700 mortes ao ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Cerca de metade dos pacientes com esse tipo de câncer têm cirrose hepática, doença que pode ser consequência não apenas da esteatose e do alcoolismo, mas principalmente da infecção pelos vírus da hepatite B ou C. Vale lembrar que o tabagismo, a obesidade, a esquistossomose e a ingestão de grãos e cereais contaminados pelo fungo aspergilus flavus, que produz a aflatoxina, são outros fatores de risco importantes. 

Fatores de risco

Uso abusivo de álcool: tanto a ingestão diária de mais de duas doses para mulheres, ou três, para os homens, quanto o excesso ocasional (ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens em duas horas) são associadas à maior risco de doença no fígado. Cada dose corresponde a aproximadamente a 350 ml de cerveja ou 150 ml de vinho ou 50 ml de bebida destilada;
  • Obesidade e sobrepeso com obesidade central;
  • Diabetes mellitus ou pré-diabetes (resistência insulínica);
  • Dislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides);
  • Hipertensão arterial;
  • Genética: fatores genéticos podem estar envolvidos na tendência a obesidade, dislipidemias, diabetes e mesmo na dependência de álcool;
  • Medicamentos (como amiodarona, corticosteroides, estrógenos e tamoxifeno);
  • Esteroides anabolizantes;
  • Toxinas ambientais: produtos químicos;
  • Cirurgias para combater a obesidade (bypass jejuno-ileal, derivações bilio-digestivas);
  • Doenças que podem ser associadas à esteatose hepática;
  • Hepatite crônica pelo vírus C;
  • Síndrome de ovários policísticos;
  • Hipotiroidismo;
  • Apneia do sono;
  • Hipogonadismo;
  • Lipodistrofia e alterações metabólicas de origem hereditária. 
Sintomas

Praticamente todos os pacientes com esteatose hepática não apresentam sinais ou sintomas, ou seja, a condição é silenciosa, e só é identificada em exames de rotina. Quando surgem, os sintomas mais comuns são:
  • Fadiga;
  • Desconforto do lado direito superior do abdômen;
  • Aumento do fígado.
Já quando existe um grau elevado de inflamação (esteatoepatite), ou fibrose e cirrose, as manifestações podem incluir:
  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Coceira;
  • Aranhas vasculares (varizes finas em formato de teia de aranha);
  • Icterícia (pele e olhos amarelados);
  • Fezes esbranquiçadas;
  • Alterações do sono.
Uma das consequências possíveis da cirrose é chamada hipertensão portal, que tem como sintomas:
  • Acúmulo anormal de líquido dentro do abdômen (ascite);
  • Confusão mental;
  • Complicações neurológicas (já que as toxinas deixam de ser corretamente eliminadas);
  • Mudanças na coagulação;
  • Inchaço dos membros inferiores;
  • Hemorragias;
  • Presença de varizes no esôfago;
  • Queda no número de plaquetas sanguíneas.
Os sintomas mais comuns do câncer de fígado são:
  • Dor abdominal;
  • Massa e distensão abdominal;
  • Acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
  • Perda de peso inexplicada;
  • Perda de apetite;
  • Mal-estar;
  • Icterícia (pele e olhos amarelados).
Diagnóstico

Na maioria das vezes, a esteatose é identificada de forma incidental em uma ultrassonografia de abdômen solicitada pelo médico num exame de rotina. Esse exame pode ser pedido quando o profissional identifica um ou mais fatores de risco. Para completar o diagnóstico, é importante conhecer o histórico do paciente, avaliar pressão arterial, peso, altura, IMC (índice de massa corporal) e circunferência abdominal. Além disso, devem ser pedidos exames laboratoriais para avaliar os níveis de colesterol, triglicérides, glicose, insulina; teste homa (que determina o grau de resistência à insulina); e enzimas hepáticas. Outros exames de imagem, como tomografia, ressonância magnética e elastografia hepática (procedimento parecido com a ultrassonografia) podem ajudar a confirmar o diagnóstico. Em alguns casos, porém, a biópsia de fígado é necessária. 

Os exames e/ou a biópsia podem indicar a gravidade da esteatose, geralmente classificada em:
  • Grau 1 ou leve: quando há pequeno acúmulo de gordura;
  • Grau 2: quando há um acúmulo moderado de gordura no fígado;
  • Grau 3: quando ocorre grande acúmulo de gordura no fígado.
Tratamento

O combate ao problema envolve prioritariamente mudanças no estilo de vida, com dieta saudável e prática de atividade física, a fim de se controlar o excesso de peso, a resistência à insulina, os níveis de colesterol e triglicérides e a pressão arterial. O consumo de álcool deve ser evitado mesmo para quem essa não é a principal causa do problema, já que a bebida sobrecarrega o fígado e contribui para a obesidade. 

Embora emagrecer seja considerado o principal pilar do tratamento, é importante que a perda de peso seja gradual. O emagrecimento rápido pode agravar a esteatose porque, antes de ser "queimada", a gordura armazenada no corpo também passa pelo fígado --é por isso que as cirurgias da obesidade são um fator de risco. 

Quando a doença é causada por medicamentos, é necessário avaliar custo-benefício e estudar a possibilidade de substituição. O uso de esteroides anabolizantes deve ser interrompido e, no caso de a esteatose ser associada a outras doenças, como hipotireoidismo ou ovário policístico, essas condições devem ser tratadas adequadamente.
Não existe nenhum medicamento específico para a esteatose, porém alguns medicamentos costumam ser indicados pelos médicos para alguns pacientes. É o caso de drogas para o controle do colesterol e do diabetes (como metformina, pioglitazona e rosiglitazona), ou drogas para controle da obesidade, como o orlistat (Xenical). A vitamina E e o ácido ursodesoxicólico também costumam ser indicados quando há sinais de esteatoepatite e fibrose, e alguns profissionais podem indicar alguns suplementos, como a silimarina (fitoterápico) e a N-acetilcisteína, embora os resultados sejam inconclusivos. 

Para casos de cirrose avançada, que não respondem ao tratamento de controle, o transplante de fígado tem o potencial de aumentar a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. Na cirrose alcoólica é necessária a abstinência alcoólica de pelo menos seis meses antes do procedimento. 

Como deve ser a dieta de quem tem o fígado gorduroso?

A alimentação deve ser orientada por médicos e nutricionistas, para levar em conta questões individuais, como o diabetes ou a hipertensão. 

O que priorizar:
  • Verduras, legumes, frutas e grãos integrais, que são ricos em fibras, antioxidantes e nutrientes benéficos para o fígado, como a betaína;
  • Peixes, carnes brancas e ovos (na quantidade permitida pelo seu profissional de saúde), que contém colina e metionina, também importantes para a função hepática;
  • Itens ricos em gordura "do bem", como salmão, sardinha, azeite extra virgem, abacate e amêndoas podem e devem ser consumidos, já que têm efeito anti-inflamatório, desde que o excesso de calorias seja evitado.
  • Atividades aeróbicas (cerca de 30 minutos pelo menos cinco vezes por semana) e exercícios de resistência muscular (pelo menos duas vezes por semana) também são medidas que auxiliam o metabolismo e a queima de gordura.
O que evitar:
  • Excesso de gordura animal (presente principalmente na carne vermelha, no leite integral e nos queijos amarelos);
  • Gordura trans (a gordura vegetal modificada e presente em industrializados como margarinas, sorvetes e biscoitos);
  • Frituras (mesmo quando se usa apenas óleos vegetais, o aquecimento a altas temperaturas torna o alimento prejudicial à saúde);
  • Enlatados, embutidos e comida industrializada em geral (esses itens costumam ser ricos em gordura e sódio, e podem ter efeito inflamatório);
  • Excesso de açúcar e itens com alto índice glicêmico (como batata, pão e macarrão brancos), já que podem interferir nos níveis de insulina e contribuir para a inflamação;
  • Bebidas alcoólicas ou ricas em açúcar.
As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referência Bibliográfica:

Soares, E; Altikes, I; Zilli, R. Esteatose hepática: gordura e álcool são a causa da doença. Hospital Sírio-Libanês. Disponível em: www.hospitalsiriolibanes.org.br Acessado em: 20/08/2019.