domingo, 13 de dezembro de 2020

Cúrcuma x Depressão

 

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa autoestima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.

Atualmente a depressão no Brasil e no mundo está associada à perda de dias de trabalho e afastamento do trabalho, como consequente queda na produtividade, má qualidade de vida e, um grave sofrimento psíquico e físico.

Geralmente, os tratamentos indicados pelos profissionais da saúde são os medicamentos, entretanto este hábito pode acarretar um vício.

A Cúrcuma, também conhecida, por gengibre dourado, açafrão da terra ou açafrão da Índia, é uma planta de pequeno porte que mede aproximadamente 1 m, amplamente cultivada nos países asiáticos. É utilizada há séculos como alimento na forma de especiaria (obtido pelos rizomas seco e moído), devido ao seu forte sabor e à sua coloração amarelada marcante. É uma planta extremamente cobiçada pelas indústrias química e alimentícia, devido suas propriedades como corante natural. 


Em estudos recentes, a cúrcuma tem despertado atenção por suas inúmeras propriedades funcionais, dentre elas, a ação antidepressiva. Uma das hipóteses mais aceitas pelo meio científico acredita que o condimento cúrcuma atua no organismo aumentando a disponibilidade de alguns neurotransmissores, tais como a serotonina. Ao modular esses biossinalizadores a cúrcuma poderia reduzir os níveis da enzima Monoamina Oxidase, a qual é responsável pela diminuição da disponibilidade de serotonina.  Isto é, está envolvida na regulação de temperatura, indução do sono e regulação dos níveis de humor.

A cúrcuma não age apenas na depressão, devido a suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e anticancerígenas seu consumo está também associado à prevenção de outras doenças. Como potente antioxidante, ela age protegendo os componentes celulares contra danos oxidativo. Como agente anti-inflamatório melhora o metabolismo hepático e reduz o colesterol. E alguns pesquisadores acreditam que a diferenças observadas entre os casos de câncer na índia e América do Norte são fruto do maior consumo deste condimento pelos asiáticos.

No entanto, são poucos os que conhecem os benefícios terapêuticos oferecidos pela cúrcuma. Em geral seu uso na alimentação é reduzido ao papel de corante natural. O desconhecimento de sua ação como promotor de saúde é um dos principais motivos pelo baixo consumo deste condimento na culinária brasileira.

Depois de ler todas essas dicas é hora de colocar em prática o que aprendemos. Que tal acrescentar uma colher de chá de cúrcuma a alimentação diária? Ela fica especialmente saborosa em molhos, sopas e massas.  Um simples, saboroso e econômico hábito para se obter inúmeros benefícios à saúde.  

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

 

Barankevicz, GB. Cúrcuma x Depressão. Grupo de Estudos em Alimentos Funcionais – GEAF, ESALQ/USP. Disponível em: www.alimentosfuncionais.blogspot.com.br Acessado em: 13/12/2020.

 

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/curcuma-x-depress%c3%a3o/

A depressão é um transtorno mental comum, caracterizada por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa auto-estima, distúrbios do sono ou do apetite,sensação de cansaço e falta de concentração, dentre outros.  

Os distúrbios podem ser de longa duração ou recorrentes, em casos leves, as pessoas podem ser tratadas sem medicamentos, porém quando de grau moderado ou grave, é necessário a medicação, além do tratamento regular com profissionais capacitados. Se não devidamente tratada ou em quadros clínicos graves de depressão, os sintomas podem induzir ao suicídio.



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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Água e Cistite

 


Infecções do trato urinário afetam cerca de 150 milhões de pessoas por ano no mundo, sendo a segunda doença bacteriana mais comum, só perdendo para pneumonias. Cistites podem ser agudas, recorrentes ou crônicas, com alta taxa de recidivas. Em casos graves, a infecção alcança os rins e a corrente sanguínea, podendo se tornar fatal. Essa infecção dolorosa afeta principalmente o sexo feminino, em todas as idades. Mais de 50% das mulheres experimentam pelo menos um episódio de cistite ao longo da vida, e entre 20 a 40% podem ter recidivas.


Uma questão de anatomia

 

A localização da uretra feminina e o seu comprimento mais curto são citados como a causa principal de mulheres sofrerem com cistites até 30 vezes mais do que os homens. Pesquisas recentes sugerem que a expressão diferenciada de células imunes na bexiga feminina também pode contribuir para aumentar a ocorrência nas mulheres. O principal agente causador de cistites é a bactéria Escherichia coli (até 85% dos casos), que vive no intestino e se espalha para o trato urinário.

 

Sintomas

 

Os sintomas de cistite aguda comum (ou não complicada) incluem dor e dificuldade para urinar, urgência e maior frequência de urinação, desconforto na pelve, presença de sangue na urina, urina turva com cheiro forte, febre. Essas infecções costumam ser tratadas com antibióticos.

 

Opções de tratamento

 

O uso generalizado de antibióticos durante o tratamento e a profilaxia de cistites resulta no surgimento de bactérias resistentes. Há muito interesse em terapias alternativas, procurando driblar a necessidade de antibióticos. Diversos ativos podem ajudar: probióticos específicos, reposição hormonal com estrogênio, zinco, D-manose, fitoterápicos como cranberry, chá de Java e chá verde, imunoestimulantes como própolis. Um hábito simples, como o aumento da ingestão de água, atua de forma auxiliar no combate às cistites.

 

Diluindo a urina

 

Pesquisas mostram que a composição da urina influi no crescimento e metabolismo de bactérias patogênicas, como Escherichia coli. Na urina estão presentes aminoácidos e carboidratos suficientes para fornecer fontes abundantes de energia e nutrientes, provendo carbono, fósforo, enxofre e nitrogênio às bactérias. Com mais água passando pela bexiga, este caldo nutritivo fica diluído, prejudicando o desenvolvimento bacteriano e controlando o seu crescimento. Tomar mais água reduz a frequência de cistites, principalmente em mulheres com baixo consumo de fluidos.

 

Hidratação adequada

 

Beber um adicional de 1,5 litros de água diariamente pode reduzir as cistites de repetição em quase metade (48%), segundo um estudo realizado em mulheres saudáveis na pré-menopausa e com histórico de infecções recorrentes. Ou seja, se você consome 1,5 litros vai precisar aumentar para 3 litros diários. Nesta conta entram água, chá, café, mate e água de coco. O consumo de mais fluidos ajuda a reduzir o número de bactérias e dificulta a sua capacidade de se fixar à parede da bexiga.

 

Texto elaborado por: Dra. Tamara Mazaracki. 

 

Título de Especialista em Nutrologia –  Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Membro Titular da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Pós-graduação em Medicina Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – FACIS-IBEHE – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo e Centro de Ensino Superior de Homeopatia;

 

Pós-graduação em Medicina Estética – Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino – IBRAPE.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

 

Referências Bibliográficas:

 

*Antibiotics 2020. Phage Therapy as a Novel Strategy in the Treatment of Urinary Tract Infections Caused by E. Coli.

 

*Nature 2019. Population dynamics of an Escherichia coli lineage during recurrent urinary tract infection. 

 

*Clinical Microbiology Reviews 2020. Rapid Growth & Metabolism of Uropathogenic Escherichia coli in Relation to Urine Composition.

 

*JAMA Internal Medicine 2018. Effect of Increased Daily Water Intake in Premenopausal Women With Recurrent Urinary Tract Infections.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Recomendações Nutricionais e COVID-19

 


O Coronavírus pode ser transmitido pelos alimentos?

Não há nenhuma evidência a esse respeito. Esse grupo de vírus é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para cozimento dos alimentos (em torno de 70ºC). A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, pelo contato próximo com um indivíduo infectado ou por contágio indireto, ou seja, por meio de superfícies e/ou objetos contaminados, principalmente pela tosse e espirro de pessoas infectadas.

Vale a pena então seguir todas as recomendações de higiene pessoal (principalmente a lavagem das mãos) e ao chegar do mercado com os alimentos é necessário higienizar os produtos (caixas, latas, embalagens) com água e sabão ou borrifar álcool 70% ou solução clorada.  Retire as frutas e hortaliças das embalagens e antes de consumir as frutas, verduras e legumes crus lave em água corrente e higienize com hipoclorito de sódio diluído.

 

Quais os principais cuidados de higiene ao manipular alimentos e cozinhar?

Antes de manusear qualquer alimento é fundamental lavar as mãos corretamente com sabão/sabonete e bastante água corrente, não esquecendo das regiões entre os dedos, pontas dos dedos, dorso das mãos, pulsos e antebraços.

Antes de consumir frutas, verduras e legumes crus, lave em água corrente e sanitize com hipoclorito de sódio. Ele deve ser usado sempre diluído (ver as instruções de diluição no rótulo do produto) e depois enxágue em água abundante. 

Para caixas, vidros e sacos de produtos que serão armazenados, higienize com álcool 70% antes de guardá-los. Procure também higienizar sacolas de compras reutilizáveis com álcool 70%.

 

A alimentação pode prevenir o contágio pelo Coronavírus?


Não existe nenhum tipo de dieta milagrosa, medicamento ou suplemento que possa prevenir o contágio do Coronavírus. O que podemos fazer é reforçar a higienização, limitar o contato social e melhorar o nosso sistema imunológico dando atenção especial a uma alimentação saudável e planejada ao longo do dia. Prefira alimentos naturais (frutas verduras e legumes) e evite consumir alimentos industrializados ricos em gorduras e açúcares. Esse cuidado também favorece melhor controle da sua glicemia.

Como a alimentação pode melhorar o sistema imunológico?


Uma boa nutrição, além de um bom controle glicêmico, fortalece o sistema imunológico e auxilia na proteção de diversas doenças.

  • Alimentos ricos em vitamina C como (limão, laranja, abacaxi, goiaba, vegetais crus) possuem impacto positivo sobre o sistema imunológico protegendo o organismo contra infecções e estimulando a formação de anticorpos.
  • Carnes, Grãos (feijão, lentilha, ervilha), vegetais verdes escuros são alimentos fonte de ferro e já se sabe que a deficiência desse mineral está associada a uma resposta imune deficiente. Para melhorar a absorção do ferro na alimentação recomenda-se o consumo combinado com um alimento fonte de vitamina C (temperar a salada com limão ou consumir uma laranja de sobremesa no almoço ou no jantar)
  • O Zinco é essencial para o bom funcionamento do nosso sistema imunológico e podemos encontrar esse nutriente nos cereais integrais, feijões e frutas oleaginosas (nozes, castanhas e amêndoas), carnes em geral, aves e frutos do mar.
  • A vitamina A age estimulando a fagocitose, processo que auxilia no combate ao vírus, bactérias e invasores em geral. As principais fontes são os alimentos alaranjados como cenoura, mamão, abóbora, além de ovos, manga, couve, espinafre, pimentão vermelho, leite e derivados.
  • A castanha do Brasil (mais conhecida como castanha do Pará) é rica em selênio que possui ação antioxidante e auxilia diretamente na proteção e fortalecimento da imunidade. Duas unidades de castanha ao dia são suficientes para suprir essa necessidade.
  • Probióticos são encontrados em iogurtes, bebidas lácteas fermentadas, kefir e kombuchá. Esses alimentos são importantes para manter boa saúde intestinal já que os probióticos possuem efeito imunoestimulante e também favorecem a absorção dos nutrientes. Capriche também nos alimentos ricos em fibras que possuem ação prebiótica e também contribuem para uma boa saúde intestinal (chuchu, chicória, biomassa de banana verde, alho, cebola, entre outros…).

 


O consumo de proteínas é importante para a imunidade?


Sim. A deficiência de proteína na dieta prejudica a função imunológica. Os aminoácidos têm papel importante na regulação das células de defesa do organismo. Para garantir o consumo proteico é importante consumir carne, frango, peixe, ovos, leite e derivados, feijão e leguminosas e castanhas e oleaginosas. 

 

Existe shot da imunidade ou algum protocolo nutricional para prevenção da COVID-19?

 
Não existem protocolos técnicos e nem evidências científicas que sustentem alegações milagrosas como o uso de shots, super alimentos (superfoods), chás, sucos e até soroterapias por infusão endovenosa de nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos, antioxidantes e outros nutrientes e compostos). Sem dúvidas, uma alimentação rica em micronutrientes (vitaminas e minerais), antioxidantes e compostos bioativos age na prevenção de doenças e na proteção do sistema imunológico, mas é importante destacar que não existe alimento milagroso. Por isso, mantenha o equilíbrio entre alimentação e outros cuidados associados ao estilo de vida, como a prática regular de atividade física, gerenciamento de estresse, qualidade do sono e controle glicêmico.


Existe relação entre vitamina D e COVID-19?

 

Provavelmente sim. Um estudo preliminar da Universidade de Turim, submetido para publicação dia 25 de março de 2020, associa um possível papel preventivo e terapêutico da Vitamina D no tratamento da pandemia de COVID-19. Os dados alertam, sobretudo, para o risco da hipovitaminose D. Inúmeras evidências científicas indicam que a obtenção de níveis plasmáticos adequados de vitamina D é necessária pelo seu papel imunomodulador, o que pode ajudar na resistência a infecções e prevenir inúmeras doenças, incluindo as do trato respiratório. A associação com infecção por COVID-19 ainda carece de mais evidências científicas, mas é considerada provável. Os primeiros dados preliminares, coletados atualmente em Turim, indicam que os pacientes com COVID-19 têm uma prevalência muito alta de hipovitaminose D.

Neste sentido, é recomendada a exposição adequada à luz solar (cerca de 20 minutos, 3x por semana), aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina D (como peixes, cogumelos, ovos e leites e derivados) e, quando houver a prescrição de médico ou nutricionista, a utilização de suplementos. A auto prescrição de vitamina D não é recomendada de maneira nenhuma e é importante destacar que o excesso de vitamina D pode acarretar riscos para a saúde.

Essa recomendação é especialmente importante para indivíduos infectados e para os grupos de risco, como parentes dos infectados, profissionais de saúde, idosos, gestantes, e pode se estender também aos indivíduos com diabetes. Apesar de haver divergências nos valores recomendados pela literatura, os autores sugerem como valores aceitáveis acima de 20ng/ml para população geral e 30ng/ml para idosos. 


 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

 

 

Rcomendações Nutricionais e Covid-19. Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em: www.diabetes.org.br Acessado em: 08/12/2020.