terça-feira, 16 de março de 2021

Mel de Abelha: Propriedades Funcionais e Nutricionais

 


O mel é um alimento conhecido desde os tempos mais remotos. Evidências apontam que o ser humano o utiliza desde a pré-história, com inúmeras referências em pinturas rupestres e em manuscritos e pinturas das civilizações antigas. Ele era utilizado como alimento, medicamento e pomada e as pessoas arriscavam suas vidas em meio às abelhas para consegui-lo.

A produção mundial de mel é de aproximadamente 1,2 milhões de toneladas por ano, o que representa menos de 1% da produção total de açúcar. Seu consumo é variável entre os países, sendo que os países Europeus são os maiores consumidores. No Brasil, o consumo deste alimento não é tão difundido, embora o país esteja entre os 10 maiores produtores de mel do mundo.

De acordo com a legislação brasileira, “mel é o produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas, a partir do néctar das flores ou das secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem, transformam, combinam com substâncias específicas próprias, armazenam e deixam madurar nos favos da colmeia”. O aroma característico do mel, bem como sua coloração, viscosidade e propriedades medicinais estão diretamente relacionados com a fonte de néctar que o originou e também com a espécie de abelha que o produziu.

 


Os diferentes tipos de mel produzidos apresentam uma composição rica nutricionalmente, pois contém carboidratos (açúcares), proteínas, vitaminas, minerais, dentre outros compostos. Por ser composto basicamente de açúcares (80 a 90% de sua composição), principalmente frutose e glicose, o mel apresenta uma potente característica adoçante e pode ser um excelente substituto do açúcar, afinal, além do valor energético conferido pelos açúcares, o mel contém diversas substâncias benéficas ao organismo, ao contrário do açúcar, que não contém nada além de calorias.

Sendo assim, seu uso está relacionado não somente ao poder adoçante e energético, mas também a propriedades terapêuticas devido a ações antibacteriana, antibiótica, anticárie, anti-inflamatória, antimicrobiana, bioestimulante, depurativa e cicatrizante. Estas propriedades do mel foram transmitidas pela sabedoria popular ao longo dos anos e, muitas delas, foram confirmadas pela ciência na atualidade.

Um exemplo disso é a tributirina, um composto bioativo presente no mel. Essa substância foi estudada in vitro e in vivo e foi relacionada a mecanismos anticarcinogênicos, ou seja, mecanismos capazes de prevenir o câncer, principalmente nos casos de câncer de fígado.

Outras substâncias presentes no mel são aminoácidos, enzimas, minerais, vitaminas e polifenóis. A quantidade destes compostos é pequena, porém pode conter quantidades significativas de minerais e elementos traços, como o manganês, selênio, enxofre, crômio, boro, cobalto, flúor e etc. O mel também pode conter quantidades significativas de colina, essencial para a função cerebral e cardiovascular, bem como para a composição da membrana celular. Alguns nutrientes contidos no mel estão apresentados no quadro a seguir:

 


Os polifenóis ou compostos fenólicos também são substâncias presentes no mel e, dentre os principais, pode-se citar os flavonoides e os ácidos fenólicos. Estes compostos conferem a coloração ao mel e, geralmente, quanto mais escuro, maior a quantidade destas substâncias, que podem variar de 5,6 a 50 mg/100g de mel, dependendo do tipo de mel. Além de serem responsáveis pela aparência do mel, os fenólicos possuem capacidade antioxidante e antibacteriana. Um estudo da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, acompanhou 130 crianças de 2 a 18 anos com tosse causada por resfriados, por cerca de quatro dias. O estudo mostrou que o mel pode ajudar crianças a melhorar da tosse e, segundo os autores, este benefício pode ser atribuído aos antioxidantes presentes no mel e aos efeitos antimicrobianos. 




Para obter os benefícios do mel, estudos indicam que devem ser ingeridos cerca de 60 a 80 g por dia. Esta ingestão pode ser realizada em substituição ao açúcar comum, substituindo as calorias do açúcar (calorias vazias), pelas calorias do mel. O consumo do mel não deve ser exagerado, visto que a quantidade de calorias é elevada e isso pode contribuir para efeitos indesejáveis no peso. Além disso, crianças menores de dois anos não devem consumir mel, pois elas têm o sistema digestório imaturo, ou seja, não têm condições de combater algumas bactérias que podem estar presentes no mel, dentre elas o Clostridium botulinum. Este microrganismo causa o botulismo, uma doença que atinge o sistema nervoso e prejudica a contração muscular, levando à paralisia dos músculos.

Outro cuidado a ser tomado com o mel é em relação à adulteração. Alguns dos méis que encontramos no mercado podem conter substâncias diferentes das presentes no mel. A olho nu não é possível identificar tais adulterações, porém é possível fazer testes para identificar se o mel é puro. Um teste que pode ajudar é o teste do copo: encha um copo com água e pingue uma colherzinha de mel na água. Se o mel não for puro, ele vai dissolver na água. Já, se o mel for puro, ele não vai se separar e vai afundar como uma gota sólida até o fundo do copo.

Tomando estes pequenos cuidados e ingerindo o mel diariamente, você terá um grande aliado na prevenção e manutenção da saúde!

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Schwarz, K. Mel de abelha: propriedades funcionais e nutricionais. Grupo de Estudos em Alimentos Funcionais – GEAF, ESALQ/USP. Disponível em: www.alimentosfuncionais.blogspot.com.br Acessado em: 16/03/2021.
 
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Mel. Disponível em: https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/mel.htm

Heidor R, Ortega JF, de Conti A, Ong TP, Moreno FS. Anticarcinogenic actions of tributyrin, a butyric acid prodrug. Curr Drug Targets. 2012;13(14):1720-9.

Bogdanov S, Jurendic T, Sieber R, Gallmann P. Honey for nutrition and health: a review. J Am Coll Nutr. 2008;27(6):677-89.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Mel. Disponível em: https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/mel.htm

Heidor R, Ortega JF, de Conti A, Ong TP, Moreno FS. Anticarcinogenic actions of tributyrin, a butyric acid prodrug. Curr Drug Targets. 2012;13(14):1720-9.

Bogdanov S, Jurendic T, Sieber R, Gallmann P. Honey for nutrition and health: a review. J Am Coll Nutr. 2008;27(6):677-89.



Leia mais: https://alimentofuncional.webnode.com/news/mel-de-abelha-propriedades-funcionais-e-nutricionais/
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O mel é um alimento conhecido desde os tempos mais remotos. Evidências apontam que o ser humano o utiliza desde a pré-história, com inúmeras referências em pinturas rupestres e em manuscritos e pinturas das civilizações antigas. Ele era utilizado como alimento, medicamento e pomada e as pessoas arriscavam suas vidas em meio às abelhas para consegui-lo.

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domingo, 14 de março de 2021

Alcoolismo: Tratamento Associado À Nutrição

 

 


O alcoolismo é caracterizado pelo estado físico e psicológico que resulta do consumo de álcool, com o aparecimento de reações comportamentais que abrangem a compulsão pela ingestão contínua ou periódica de álcool tendo como objetivo experimentar os efeitos psíquicos ocasionados pela ingestão da bebida.

Atualmente existe uma dificuldade em diminuir o consumo do álcool, pois ele não é visto na sociedade como uma droga. Além disso, a quantidade de propaganda e campanhas criadas pela indústria do álcool acaba estimulando ainda mais o consumo. Dificultando. dessa forma, a percepção da sociedade do alcoolismo como um problema de saúde pública que possui o mais elevado índice mundial de utilização dentre as substâncias psicoativas.

 

O consumo abusivo do álcool é o terceiro maior motivo de faltas no trabalho, acarretando em aposentadorias antes do tempo, acidentes de trabalho e acidentes de trânsito. Além de ocupar uma quantidade relevante dos leitos em hospitais públicos.

O Alcoolismo e a Cirrose Hepática

Além disso, a mortalidade por cirrose hepática é considerada o principal indicador de complicações do alcoolismo, na população em geral. A doença hepática crônica resulta em grande impacto nutricional, pelo fato do fígado responsabilizar-se por inúmeras vias bioquímicas na produção, modificação e utilização de nutrientes e de outras substâncias metabolicamente importantes. A presença do álcool constitui por si só agravante por promover desvios de vias metabólicas aumentando o consumo energético, a produção de H+ e das formas ativas do oxigênio.

O fornecimento de terapia nutricional específica (enteral/parenteral) melhora alguns parâmetros de função hepática, em pacientes com doença hepática grave descompensada. No entanto, não se pode concluir que a terapia nutricional diminua a mortalidade desses pacientes ou reverta o avanço da doença.

Pacientes com cirrose hepática apresentam desnutrição proteico-calórica (DPE) caracterizada por depleção dos estoques de gordura e/ou massa muscular. Uma das causas da DPE pode ser o déficit de ingestão de substratos energéticos (carboidratos e gorduras), particularmente nos alcoolistas com hepatite grave.

Depleção Proteica Visceral

Quanto à prevalência de depleção proteica visceral, verificada pelos baixos níveis das proteínas plasmáticas, há unanimidade entre os autores, visto que o fígado é responsável pela síntese da maioria delas incluindo albumina, transferrina, transtiretina (TTR), proteína ligadora do retinol (RBP), lipoproteínas, fatores de coagulação, etc. A albumina sérica é, inclusive, utilizada no cálculo do escore de gravidade da insuficiência hepática.

As deficiências de micronutrientes ocorrem, com frequência, em pacientes com doença hepática alcoólica, ou em alcoolistas sem evidências de doença hepática, estando, neste caso, relacionadas ao consumo do álcool. Como consequência destas deficiências, esses pacientes apresentam, usualmente, anemia, esteatose hepática, estresse oxidativo e imunossupressão.

Níveis circulantes reduzidos de vitamina B6 constituem achado comum nesses pacientes. Além de participar do metabolismo do triptofano na formação de niacina, a vitamina B6 atua juntamente com o folato e a vitamina B12, na metabolização da homocisteína. Ou seja, todas essas vitaminas podem estar diminuídas no alcoolismo crônico. O acúmulo de homocisteína é o principal indicador isolado de aterogênese. A falta de metionina e dos demais fatores lipotrópicos pode ser responsabilizada pela esteatose hepática.

 


Efeito do Álcool sobre os Níveis das Vitaminas Antioxidantes

O efeito do álcool sobre os níveis das vitaminas antioxidantes (betacaroteno, vitaminas C e E) pode depender ou não do estado nutricional do paciente. Nos alcoolistas, além da má absorção intestinal, os níveis de alfatocoferol são influenciados pela desnutrição proteico-energética. Além de menor estocagem hepática e degradação aumentada pelo hipermetabolismo hepático ou pela peroxidação lipídica. Portanto, no geral, o álcool favorece o estresse oxidativo com peroxidação dos lipídios da membrana dos eritrócitos e dos hepatócitos, perpetuando a doença hepática.

Algumas proteínas transportadoras de origem hepática sofrem modulação de micronutrientes, como Fe (transferrina), Zn, retinol (TTR e RBP), hormônios tireoidianos, corticosteróides ou estrógenos (TTR e RBP) ou mais fortemente das citocinas, particularmente as IL-1 e IL- 6.

A DPE do cirrótico pode ser consequente aos distúrbios metabólicos da hipofunção hepatocelular isolada ou associadamente à presença do álcool ou de dietas restritivas. O paciente pode apresentar-se hipermetabólico em presença do alcoolismo ou de complicações (ascite), sendo que a hiperamoniemia associada ao padrão de aminoácidos séricos pode precipitar encefalopatia. A intervenção nutricional deve obedecer aos desvios metabólicos de carboidratos, lipídios e, principalmente, de aminoácidos e eletrólitos.

É preciso salientar que as consequências negativas do abuso de drogas e alcoolismo afetam não apenas os indivíduos que abusam dessas substâncias. Atingem também as suas famílias e amigos e recursos de várias empresas e governo. Embora muitos desses efeitos não possam ser quantificados, o custo econômico do abuso pode aumentar a necessidade de cuidados de saúde. Além disso, leva à perda de produtividade, mortes prematuras, criminalidade e acidentes automobilísticos relacionados ao alcoolismo e abuso de drogas. Sendo que, essas mortes, doenças e deficiências poderiam ser evitadas.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 


Referências Bibliográficas:


MEURER, MC; ROCHA, GDW. Alcoolismo;tratamento associado à nutrição. Instituto Ana Paula Pujol. Disponível em: www.institutoanapaulapujol.com.br Acessado em: 14/03/2021.

quinta-feira, 11 de março de 2021

Músculos E Sarcopenia

 


Na juventude temos mais poder muscular do que precisamos para as tarefas cotidianas. A partir dos 30 anos  ocorre uma perda de 3 a 5% de massa muscular a cada década, com declínio mais rápido após os 65 anos, particularmente nos membros inferiores. Ainda assim, temos força suficiente para a maior parte das atividades diárias. Quando a força muscular se reduz em 30% (ou mais) do que era na juventude, lá pelos 80-90 anos, tudo o que costumava ser fácil se torna difícil, como sair de um carro, se levantar de uma cadeira ou subir um lance de escadas. Ou seja, a perda de massa muscular reduz consideravelmente a qualidade de vida na idade avançada. Para prevenir a sarcopenia é essencial cuidar da nutrição e praticar atividade física! 

 

Envelhecimento muscular e metabolismo

À medida que um músculo envelhece, ele não só diminui em tamanho e força, como também perde a capacidade aeróbica. Um efeito menos óbvio é que essa perda muscular, conhecida como sarcopenia, pode levar a uma queda geral na função metabólica. Na verdade, o papel biológico dos músculos vai muito além da mobilidade. Músculos são responsáveis por manter o organismo em plena função, protegendo contra declínio metabólico e hormonal, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. Uma boa massa muscular melhora a função cognitiva e retarda o processo de envelhecimento.

 

Perda de massa muscular

Dada a importância biológica e metabólica da musculatura esquelética, a degradação muscular relacionada à idade pode levar a uma crise de saúde significativa. Uma vez que a perda muscular e a fragilidade se instalam, a saúde desce a ladeira. Perder músculos equivale a uma redução da energia física, tendência a ganhar peso, risco de quedas, maior vulnerabilidade a doenças e envelhecimento acelerado.  Além disso, há a perda da independência pela dificuldade de se mover sem ajuda. Felizmente, fazendo algumas mudanças no estilo de vida, é possível diminuir significativamente ou até mesmo reverter a sarcopenia.

 

Sarcopenia

Sarcopenia é definida como a perda muscular relacionada à idade, com prejuízo da qualidade de vida em idosos. Os músculos esqueléticos, além de ajudar na atividade física geral e na execução de tarefas cotidianas, também desempenham papel importante no metabolismo, circulação sanguínea e cognição.  Músculos atuam como órgãos endócrinos: as fibras musculares secretam miocinas (citocinas anti-inflamatórias)  e fatores de transcrição (comandam a atividade dos genes), que viajam pela corrente sanguínea e regulam a função de outros órgãos.

 

Resistência à insulina

A perda de massa muscular com o avanço da idade é considerada um importante fator na resistência à insulina em idosos. O músculo esquelético é o tecido mais abundante, compreendendo 40% da massa corporal, e é o principal local para a absorção de glicose estimulada pela insulina, bem como o principal consumidor da energia produzida por gorduras, elevando o gasto calórico. Metabolicamente, músculos são a maior reseva de glicogênio do corpo - cerca de 80% da glicose ingerida é depositada no músculo esquelético.

 

Força muscular e fragilidade

Do ponto de vista físico, músculos geram força, permitem a movimentação segura e a manutenção da atividade cotidiana. A força muscular é um componente crítico da caminhada e equilíbrio, e sua diminuição no idoso contribui para a alta prevalência de quedas e fraturas. Diminuição da força muscular e da atividade física contribui para a disfunção metabólica, redução da imunidade e para a síndrome da fragilidade. Quanto maior a perda muscular e o estado de fragilidade, maior a chance de doenças graves, recuperação mais demorada e difícil, e óbito. Quanto menor a perda muscular, melhor é a capacidade adaptativa e resistência contra enfermidades.

 

Aumento da população idosa

A população idosa cresce de forma desproporcional. Em 2019, a estimativa era de 703 milhões de pessoas com mais de 65 anos no mundo, e essa cifra vai dobrar em 30 anos, chegando a 1,5 bilhão em 2050. Todas as nações têm visto uma melhora na expectativa de vida com o consequente aumento no número de idosos. Sarcopenia produz a perda gradual da massa e da função muscular com a idade, e é reconhecida como um agravante de doenças geriátricas.

 

Nutrição e proteína

Um dos caminhos para a prevenção e tratamento da sarcopenia é a nutrição adequada. Atualmente, a recomendação diária mínima de proteína é de 0,8 g/kg de peso corporal para homens e mulheres com 19 anos ou mais, com um valor diferente para atletas. Muitos pensam que o idoso precisa de menos proteína que o jovem. No entanto, pesquisas recentes mostram que níveis mais altos de proteína dietética são necessários para adultos acima de 65 anos. Idosos precisam ingerir de 1,0 a 1,2 g/kg de peso de proteína por dia. Na sarcopenia a necessidade diária é ainda maior, de 1,2 a 1,5 g/kg.

 


Atividade física e suplementos

Outra intervenção importante é a atividade física, especialmente o exercício de resistência (musculação), que aumenta a força e a massa muscular, permitindo melhor desempenho físico. Exercício aeróbico moderado também parece bom contra sarcopenia porque aumenta a produção de energia mitocondrial e sensibilidade à insulina, e reduz o estresse oxidativo. Suplementos, como creatina, leucina, whey protein, vitamina D, ômega-3, curcumina e outros nutrientes podem ajudar. Para saber a sua necessidade diária de proteína, multiplique o peso corporal por 1,2.

 exto elaborado por: Dra. Tamara Mazaracki. 

 

Título de Especialista em Nutrologia –  Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Membro Titular da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia;

 

Pós-graduação em Medicina Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – FACIS-IBEHE – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo e Centro de Ensino Superior de Homeopatia;

 

Pós-graduação em Medicina Estética – Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino – IBRAPE.

 

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

 

Referências Bibliográficas:

*Endocrinology & Metabolism 2020. Sarcopenia and Muscle Aging: A Brief Overview.

*Life Basel 2021. Sarcopenia and Cognitive Function: Role of Myokines in Muscle Brain Cross-Talk.

*Ageing Research Reviews 2018. The age-related loss of skeletal muscle mass & function: Measurement and physiology of muscle fiber atrophy in humans.

*European Endocrinology 2019.  Sarcopenia in the Elderly.

*Nutrients 2021. A Narrative Review on Sarcopenia in Diabetes: Prevalence and Associated Factors.

*Calcified Tissue Int 2020. Type 2 Diabetes is Associated with Increased Risk of Sarcopenia: Systematic Review and Meta-analysis.

*Maturitas 2021. Exercise, Nutrition, and Combined Exercise and Nutrition in Older Adults with Sarcopenia: A Systematic Review and Network Meta-analysis.