terça-feira, 22 de março de 2016

Manipulação de Alimentos na Prevenção de Hepatites A e E



A hepatite é uma inflamação do fígado e pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. Diagnosticar a hepatite precocemente é a melhor forma de obter maiores chances de eficácia com o tratamento.

É importante lembrar que toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar a hepatites, a AIDS e a sífilis, pois esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãe para filho.

HEPATITE A

A hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo vírus A (VHA) e também conhecida como “hepatite infecciosa”.

Transmissão: Fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. 

Sintomas: Geralmente, não apresenta. Porém, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Quando surgem, costumam aparecer de 15 a 50 dias após a infecção.

Diagnóstico: É realizado por exame de sangue. Após a confirmação, o profissional de saúde indicará o tratamento mais adequado. A doença é totalmente curável quando o portador segue corretamente as recomendações médicas. 

Como se prevenir: Melhorar as condições de higiene e de saneamento básico, lavar sempre as mãos, consumir apenas água tratada, evitar contato com valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto.

HEPATITE E

A hepatite do tipo E é uma doença infecciosa viral causada pelo vírus VHE, mas possui ocorrência rara no Brasil, sendo mais comum na Ásia e África.

Transmissão: Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Como as outras variações da doença, quase não apresenta sintomas. Porém, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de 15 a 60 dias após a infecção.

Diagnóstico: Realizado por exame de sangue, no qual se procura por anticorpos anti-HEV. Na maioria dos casos, a doença não requer tratamento, sendo proibido o consumo de bebidas alcoólicas, recomendado repouso e dieta pobre em gorduras. 

Como se prevenir: Melhorar as condições de higiene e de saneamento básico, como lavar sempre as mãos, consumir apenas água tratada, evitar contato com valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto.

As hepatites virais A e E possuem formas de contágio e, consequentemente, de prevenções muito parecidas, apesar de serem provocadas por vírus diferentes. Para Hepatite A, já existe vacina oferecida de forma gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para a hepatite E ainda não há uma imunização disponível, portanto a melhor forma de se evitar a doença é melhorando as condições de higiene e de saneamento básico.

Conheça algumas dicas de saúde em manipulação de alimentos que ajudam a prevenir o contágio dessas hepatites:

● Lavar as mãos

Lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas e antes de comer ou preparar alimentos é de fundamental importância, pois essas hepatites são transmitidas por via fecal-oral, por contato entre indivíduos infectados ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus.

● Higienização de alimentos

Alimentos que são consumidos crus devem ser bem lavados com água tratada, clorada ou fervida, deixando-os de molho por 30 minutos. Outros alimentos devem ser bem cozidos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e carne de porco.

● Tratamento da água

É importante que a água utilizada no preparo de alimentos esteja ideal para consumo. Para tratar a água, basta ferver ou colocar duas gotas de hipoclorito de sódio em um litro de água, 30 minutos antes de bebê-la, deixando o recipiente tampado para que o hipoclorito possa agir, tornando a água potável para o consumo. Na ausência de hipoclorito de sódio, pode-se preparar uma solução caseira com uma colher das de sopa de água sanitária a 2,5% (sem alvejante), diluída em um litro de água.

A higiene se estende também aos pratos, copos e talheres, que devem ser bem lavados. Caso haja algum doente com hepatite A em casa, utilizar hipoclorito de sódio ou água sanitária ao lavar o banheiro. No caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas, adotar medidas rigorosas de higiene, tal como a desinfecção de objetos.

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Dicas de manipulação de alimentos ajudam a prevenir hepatites A e E. Ministério da Saúde. Disponível em: www.blog.saude.gov.br

Você sabe diferenciar as hepatites A, B, C, D e E? Ministério da Saúde. Disponível em: www.blog.saude.gov.br


sábado, 19 de março de 2016

Suplementação de Vitamina A



        A vitamina A foi a primeira vitamina lipossolúvel reconhecida e denominada retinol devido a sua função específica na retina do olho. O ácido retinoico também é uma forma metabolicamente ativa. É muito estável ao calor e à luz, mas muitos processamentos e a cocção podem causar pequenas perdas. Suas principais funções são:

● Visão: é essencial para a integridade da fotorrecepção. Quando há uma deficiência de vitamina A, os bastonetes e os cones da retina não se ajustam às alterações de luminosidade. A cegueira noturna, ou a deficiente adaptação ao escuro, é uma consequência precoce quando estas células estão destituídas de vitamina A e está correlacionada à concentração sanguínea de retinol;

● Crescimento e desenvolvimento ósseo: necessária para o crescimento e o desenvolvimento do esqueleto e das partes moles devido aos seus efeitos na síntese proteica e na diferenciação das células ósseas. Aparentemente o metabólito ativo nessa capacidade é o ácido retinoico. A ingestão adequada de vitamina A contribui para um desenvolvimento ósseo normal. Também é necessária para as células epiteliais formadoras do esmalte dos dentes;

● Desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial: o ácido retinoico também tem papel na manutenção da estrutura epitelial. A deficiência é acompanhada da queratinização das membranas de mucosas, o que dificulta a função de barreira protetora executada por essas membranas na proteção contra as infecções;

● Imunidade: a deficiência de vitamina A aumenta a suscetibilidade a infecções bacterianas, virais ou parasitárias. O número de linfócitos T também pode diminuir na deficiência de vitamina A;

● Reprodução: o retinol parece ser a forma ativa na manutenção da função reprodutiva; parece haver um envolvimento na síntese de hormônios esteroides ou um papel básico na diferenciação celular;

● Função anticancerígena: estudos indicam que a deficiência de retinoides (retinol, ésteres de retinila e ésteres, ácido retinoico e ésteres de ácido retinoico) aumenta a suscetibilidade à carcinogênese. Os retinoides parecem ter um papel na promoção da diferenciação normal de células epiteliais e na manutenção do controle que impede o desenvolvimento de neoplasias malignas nestas células.

            A deficiência de vitamina A é responsável por uma série de problemas de saúde, tais como o prejuízo ao crescimento e desenvolvimento da criança, a dificuldade de enxergar no escuro, conhecida como cegueira noturna, a cegueira irreversível nas crianças, o aumento da gravidade de infecções comuns, como a diarreia e infecções respiratórias e o aumento da mortalidade infantil. 

            Para diagnóstico populacional de deficiência de vitamina A propõe-se a utilização de pelo menos dois indicadores biológicos, ou pelo menos um indicador biológico e, no mínimo, 4 fatores de risco doas abaixo listados:

● < 50% de crianças menores de 6 meses em aleitamento materno exclusivo;
● ≥ 30% de crianças de 0 a 3 anos com baixa estatura (zE < -2);
● ≥ 15% de crianças com peso ao nascer < 2.500g;
● > 75% para o coeficiente de mortalidade infantil;
● > 100% para o coeficiente de mortalidade em crianças de 1 a 4 anos;
● < 50% de cobertura vacinal completa;
● > 1% de letalidade por sarampo;
● > 50% de ausência de escolaridade formal feminina;
● < 50% dos domicílios com água tratada.

Prevenção

            Três estratégias são habitualmente empregadas na prevenção de deficiência de vitamina A: incentivo ao consumo de alimentos ricos em vitamina A e pró-vitamina A, administração periódica de megadoses de vitamina A e adição de vitamina A a um ou mais alimentos de consumo massivo pela população.

A vitamina A pré-formada (retinol) ("pronta para ser usada pelo organismo") é encontrada em alimentos de origem animal: vísceras (principalmente fígado), gemas de ovos e leite integral e seus derivados (manteiga e queijo).

       Os vegetais são fontes de vitamina A sob a forma de carotenoides (precursores de vitamina) os quais, no organismo, converterão em vitamina A. Em geral, frutas e legumes amarelos e alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenoides: manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora/jerimum, cenoura, acelga espinafre, chicória, couve, salsa etc.... Alguns frutos de palmeira e seus óleos também são muito ricos em vitamina A: dendê, buriti, pequi, pupunha, tucumã.

            A melhor fonte de vitamina A para o lactente é o leite materno e, portanto, a melhor ação preventiva é o incentivo ao aleitamento materno.

            Para prevenir e controlar a deficiência de vitamina A, o Ministério da Saúde oferece suplementação de vitamina A para crianças de seis meses de idade a menores de cinco anos nas regiões que participam do programa Brasil Carinhoso do Governo Federal.

   Em 2013, mais de três milhões e setecentas mil crianças foram suplementadas com vitamina A em mais de 2.500 municípios que integram o programa Brasil Carinhoso do Governo Federal.

   Segundo a Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, A suplementação é iniciada aos seis meses de idade e, a cada seis meses, ela volta à unidade básica de saúde para tomar outra cápsula de vitamina A. Então, de seis em seis meses ela está protegida e com aporte adequado de vitamina A. Dos seis meses aos 59 meses, ela tomaria aí nove cápsulas de vitamina A porque a cada seis meses ela deve retornar à unidade básica de saúde.

Quadro 1. Megadose administrada profilaticamente a grupos de risco.

Idade/Condição
Dose
Frequência
Crianças: 6 a 11 meses
100.000 UI
Uma vez a cada 6 meses
Crianças: 12 a 59 meses
200.000 UI
Uma vez a cada 6 meses
Puérperas no pós-parto imediato, antes da alta hospitalar.
200.000 UI
Uma vez.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2007.

A forma de apresentação oral das megadoses de vitamina A é líquida, diluída em óleo de soja e acrescida de vitamina E, na dosagem de 100000 UI ou 200000 UI. A megadose é acondicionada em frascos, contendo cada um 100 cápsulas gelatinosas moles. As cápsulas apresentam cores diferentes, de acordo com a concentração de vitamina A.

A deficiência de vitamina A pode elevar a morbimortalidade por doenças infecciosas como o sarampo. Entretanto, o papel benéfico da suplementação de vitamina A em outras doenças infecciosas (pneumonia, vírus sincicial respiratório e diarreia infecciosa) ainda não é claro.

A OMS preconiza também a administração de megadose de vitamina A para crianças gravemente desnutridas no primeiro dia de internação, mesmo na ausência de sinais clínicos de deficiência de vitamina A, a menos que haja evidência segura de que uma dose de vitamina A foi dada no mês anterior. A dose é como segue: 50000 UI oral para crianças menores de 6 meses, 100000 UI para crianças de 6 a 12 meses e 200000 UI para crianças acima de 12 meses. Se há sinais clínicos de deficiência de vitamina A, além da dose inicial a administração deve ser repetida 2 vezes, na mesma quantidade anteriormente citada, no segundo dia e 2 semanas após. 




As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Cadernos de Atenção Básica. Hipovitaminose A. Ministério da Saúde. Disponível em: www.bvsms.saude.gov.br Acessado em: 18/03/2016.

Conheça a importância da suplementação da vitamina A. Ministério da Saúde. Disponível em: www.blog.saude.gov.br Acessado em: 09/03/2016.

Deficiência de vitamina A. Sociedade Brasileira de Pediatria. Disponível em: www.sbp.com.br Acessado em: 18/03/2016.

Dunker, KLL; Alvarenga, M; Moriel, P. Grupo do Leite, Queijo e Iogurte. In: Philippi, ST. Pirâmide dos Alimentos: fundamentos básicos da nutrição. 1. ed. Barueri, São Paulo: Manole, 2008.

Martins, BT; Basílio, MC; Silva, MA. Nutrição Aplicada e Alimentação Saudável. 1. ed. São Paulo: Editora Senac, 2014.

quinta-feira, 17 de março de 2016

10 Passos Para Alimentação Saudável da Pessoa Idosa




1º passo. Faça três refeições ao dia (café da manhã, almoço e jantar) e, caso necessite de mais, faça outras refeições nos intervalos. 

Procure fazer as refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) em horários semelhantes todos os dias. Nos intervalos entre essas refeições, prefira realizar pequenas refeições saudáveis com alimentos frescos. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, procurando comer em locais limpos e onde você se sinta confortável, evitando ambientes ruidosos ou estressantes.

2º passo. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural. Inclua nas principais refeições alimentos como arroz, milho, batata, mandioca/macaxeira/aipim.

Esses alimentos são as mais importantes fontes de energia e, por isso, devem ser os principais componentes das principais refeições, devendo-se dar preferência às suas formas integrais. As atividades de planejar as compras de alimentos, organizar a despensa doméstica e definir com antecedência o cardápio da semana podem contribuir para a sua satisfação com a alimentação. Em supermercados e outros estabelecimentos, utilize uma lista de compras, para não comprar mais do que o necessário.

3º passo. Inclua frutas, legumes e verduras em todas as refeições ao longo do dia.

Frutas, legumes e verduras são ricos em vitaminas, minerais e fibras. Por tal razão, eles devem estar presentes diariamente na sua alimentação. O consumo desses alimentos contribui para diminuir o risco de várias doenças e ajuda a evitar a constipação (prisão de ventre). Feiras livres, “sacolões” ou “varejões” são boas opções para a compra de alimentos frescos da safra (época) e com menor custo.

4º passo. Coma feijão com arroz, de preferência no almoço ou no jantar.

Esse prato brasileiro é uma combinação completa e nutritiva e é a base de uma alimentação saudável. Varie os tipos de feijões usados (preto, manteiga, carioquinha, verde, de corda, branco e outros) e use também outros tipos de leguminosas (como soja, grão-de-bico, ervilha, lentilha ou fava). Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las com familiares e amigos. Se você não tem tais habilidades, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet e descubra o prazer de preparar o seu próprio alimento. Para evitar o desperdício, cozinhe pequenas porções e congele o alimento sempre que isso for possível, para a sua utilização em dias posteriores.

5º passo. Lembre-se de incluir carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados em pelo menos uma refeição durante o dia. 

Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis. Os leites e derivados são ricos em cálcio, que ajuda no fortalecimento dos ossos. Já as carnes, as aves, os peixes e os ovos são ricos em proteínas e minerais. Quanto mais variada e colorida for a sua alimentação, mais equilibrada e saborosa ela será.

6º passo. Use pouca quantidade de óleos, gorduras, açúcar e sal no preparo dos alimentos.

Esses ingredientes culinários devem ser usados com moderação para temperar alimentos e para criar preparações culinárias. Procure evitar o açúcar e o sal em excesso, substituindo os por temperos naturais (como cheiro verde, alho, cebola, manjericão, orégano, coentro, alecrim, entre outros) e optando por receitas que não levem açúcar na sua preparação.

7º passo. Beba água mesmo sem sentir sede, de preferência nos intervalos das refeições.

A quantidade de água que precisamos ingerir por dia é muito variável e depende de vários fatores, incluindo a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e o clima e a temperatura do ambiente onde ela vive. É importante estar atento ao consumo diário de água para evitar casos de desidratação, principalmente em dias muito quentes. Vale lembrar de que bebidas açucaradas (como refrigerantes e sucos industrializados) não devem substituir a água. Uma dica é aromatizar a água com hortelã ou frutas, como rodelas e cascas de laranja ou limão.

8º passo. Evite bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos e chás industrializados), bolos e biscoitos recheados, doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

Produtos ultraprocessados (como biscoitos recheados, guloseimas, ‘salgadinhos’, refrigerantes, sucos industrializados, sopa e macarrão ‘instantâneos’, ‘tempero pronto’, embutidos, produtos prontos para aquecer) devem ser evitados ou consumidos apenas ocasionalmente. Embora convenientes e de sabor pronunciado, esses e outros produtos ultraprocessados tendem a ser nutricionalmente desequilibrados e, em sua maioria, contêm quantidades elevadas de açúcar, gordura e sal.

9º passo. Fique atento (a) às informações nutricionais dos rótulos dos produtos processados e ultraprocessados para favorecer a escolha de produtos alimentícios mais saudáveis.

Os rótulos dos produtos processados e ultraprocessados (como biscoitos, pães de forma, iogurtes, barras de cereais, entre outros) são uma forma de comunicação entre esses produtos e os consumidores e contêm informações importantes sobre a sua composição. Mais formas de esclarecimento podem surgir no diálogo com outras pessoas no local de compra ou por meio do serviço de atendimento ao consumidor (SAC) ou, até mesmo, em uma consulta com um profissional de saúde. Fique atento (a) para informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais, pois geralmente as propagandas buscam aumentar a venda dos produtos, mas não informar.

10º passo. Sempre que possível, coma acompanhado (a) de alguém.

A companhia de familiares, amigos ou vizinhos na hora das refeições colabora para o comer com regularidade e atenção, proporciona mais prazer com a alimentação e favorece o apetite. Escolha uma ou mais refeições na semana para desfrutar da alimentação na companhia de alguém, mantendo o convívio social com as pessoas próximas.



As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referência Bibliográfica:

Especial Saúde da Pessoa Idosa – Alimentação. Ministério da Saúde. Disponível em: www.blog.saude.gov.br Acessado em: 02/03/2016.