domingo, 20 de dezembro de 2015

10 Passos Para uma Alimentação Saudável Para Pessoas com Diabetes Tipo 1



        O diabetes tipo 1 é conhecido também como insulinodependente. Estes pacientes necessitam de aplicação de injeções diárias de insulina, pois o seu corpo já não produz mais insulina ou a produção é insuficiente.

       A alimentação é essencial para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com diabetes, especialmente quando integrada a outras medidas de autocuidado. E é importante que a pessoa com diabetes tenha o acompanhamento de um nutricionista para que a terapia nutricional esteja de acordo com a sua situação de saúde, idade, tratamento medicamentoso e outros aspectos que variam de uma pessoa para outra. Em geral, o principal cuidado é a restrição do consumo de carboidratos, que deve ser preferencialmente os carboidratos complexos (evitar açúcar simples ou alimentos muito açucarados, por exemplo) e associados às fibras alimentares, sendo as frutas e hortaliças importantes fontes de fibras.

          Dietas com baixo teor de carboidratos têm benefícios no controle glicêmico, na perda de peso, na redução do uso de medicações e nos fatores de risco cardiovascular como aumento do HDL-colesterol.

            É importante também reduzir a ingestão de gordura saturada (por exemplo, proveniente da pele de frango, gordura das carnes vermelhas e frituras).

1)    Evitar permanecer longos períodos sem se alimentar, evitando “beliscar” alimentos entre as refeições;

2)    Evite o consumo de alimentos ricos em açúcar, como doces, sorvetes, biscoitos recheados, sucos em pó e balas. Leia os rótulos dos alimentos para verificar se eles possuem açúcar;

3)    Evite o consumo excessivo de alimentos ricos em carboidratos simples como pães, bolos, biscoitos, arroz, macarrão, angu, mandioca, cará, batata e farinhas, preferindo os integrais;

4)    Consuma diariamente verduras (alface, almeirão, couve etc.) e legumes (cenoura, pepino, tomate, abobrinha etc.), preferencialmente crus;

5)    Consuma frutas diariamente. Para evitar o aumento da glicemia, prefira consumir frutas acompanhadas com leite, aveia, linhaça, granola ou como sobremesa após as refeições, sendo preferencialmente com casca ou bagaço, por possuírem maiores quantidades de fibras;

6)    Evite consumir alimentos ricos em sal como embutidos (presunto, salame e salsicha), temperos prontos (caldos de carnes e de legumes) e alimentos industrializados (azeitonas, enlatados, chips, sopas e molhos prontos etc.). Prefira temperos naturais como alhos e ervas aromáticas. Use pouco sal para cozinhar.

7)    Diminua o consumo de alimentos ricos em gordura (frituras; carnes como pernil, picanha, costela, asa de frango, linguiça etc; leite integral; queijos amarelos; salgados e manteiga). Prefira leite semidesnatado ou desnatado e carnes magras (músculo, acém, lombo etc.);

8)    Consuma peixe, assados e cozidos pelo menos, uma vez por semana;

9)    Reduza a quantidade de óleo utilizado na preparação dos alimentos e evite o uso de banha de porco. Prefira alimentos cozidos, assados e preparados com pouco óleo;

10)  Pratique atividade física regularmente, sob a supervisão de um profissional capacitado, mas realize um lanche 30 minutos antes para ter energia suficiente para realizar o exercício. 



Não existe um único alimento que seja importante no tratamento do diabetes. Contudo, destaca-se que o consumo de fibras solúveis está associado à melhoria do controle glicêmico e à diminuição da concentração de lipídios no sangue em pessoas com diabetes tipo 2. Por isso, é importante o consumo de alimentos ricos em fibras, especialmente fibras solúveis, dentre os quais destacam-se: farelo de aveia, maçã com casca, banana, laranja, brócolis, cenoura, arroz integral.

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizada única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Referências Bibliográficas:

Doença pode trazer consequências sérias para o organismo. Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: www.blog.saude.gov.br

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